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arquitextos ISSN 1809-6298


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O autor reflete sobre a inclusão da natureza no projeto a partir das “propostas verdes” de Le Corbusier tomadas de forma fragmentada, cuja única relação com o presente é a oportunidade dos conceitos relativos ao verde urbano e aos jardins desenhados


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MASCARÓ, Juan José. Vigência dos critérios (ambientais) de projeto de Le Corbusier. Arquitextos, São Paulo, ano 09, n. 102.03, Vitruvius, nov. 2008 <http://vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/09.102/94>.

Um olhar sobre as “propostas verdes” de Le Corbusier é uma oportunidade de, novamente, refletir sobre a inclusão da natureza no projeto. Os arquitetos sempre foram tentados a reconhecer o fato artificial como dominante impulsionando a inclusão da construção geométrica por cima da realidade sensorial do espaço e a progressão da comunicação por cima do intercâmbio ambiental. A mudança da biosfera com o aquecimento global e suas conseqüências catastróficas faz com que nos rendamos à evidência e reconheçamos o componente natural como base para a construção do território, necessário para o encontro entre o projeto natural e o artificial.

Caroline Constant já indicou a desproporção entre a importância da paisagem na obra de Le Corbusier e o pequeno espaço dedicado ao tema no conjunto de sua obra teórica (1). Entretanto, o que ele tem a dizer sobre a forma, a cor, a abstração e dimensões sobre o projeto dos jardins é importante para compreender o jardim moderno; seus exemplos mostram a íntima integração das artes visuais como seu designo (2). Sua preocupação com o verde, tanto urbano como arquitetônico, está documentada em desenho e textos.

Nesta abordagem é importante a eliminação de uma concordância de tempo e lugar para a veracidade das propostas realizadas por Le Corbusier. Elas são tomadas aqui de forma fragmentada, cuja única relação com o presente é a oportunidade (a vigência) dos conceitos relativos ao verde urbano e aos jardins desenhados. Na sua proposta para a Vila Radiante imaginava a idéia da cidade do futuro, nos seus jardins a integração dos espaços habitados, a liberação do solo. Por isto, proponho ao leitor que trace um jogo de símiles e paralelismos sobre sua própria realidade, a partir daquela que nos deixou de herança conceitual Le Corbusier, o ambientalista.

A cidade e o verde

O tema da urbanística é o que mais se reflete na “paciente busca” de Le Corbusier e o setor em que mais se afasta de seus contemporâneos (3). Essa especial condição se destaca em todas suas propostas urbanas utópicas como a Ville Comtemporaine e a Ville Radieuse, assim como na das cidades do Rio de Janeiro e Argel. Se bem nunca substituíram a cidade tradicional em sua complexidade e adaptabilidade, causaram grande impacto nos critérios de projeto urbano e alguns desastres na sua aplicação.

Le Corbusier no seu esforço por encontrar “as condições de natureza” perdidas na cidade maquinista, perguntou-se como fazer compatível a cidade moderna tecnificada com a conservação (criação) de um habitat para o homem (4). Sua resposta foi um assentamento ideal que expressasse a liberdade da razão posta ao serviço da eficiência e a estética. A eficiência se relaciona com a saúde e higiene, vinculada à presença do sol e do verde sobre o que aparecem edifícios em altura isolados como unidades autônomas. O jardim continua ininterruptamente por baixo dos grandes conjuntos edificados e o espaço urbano fica livre e transitável. Ele declarou: “a cidade inteira será coberta por vegetação” (5).

As tipologias básicas das villes de Le Corbusier foram espetaculares no seu conjunto, tentavam representar a nova fórmula de viver da sociedade da máquina.

O verde dominava numa interface máxima entre espaço construído e natureza, dando continuidade e consistência a uma apropriação do solo, ignorando os problemas que a propriedade privada do solo era o maior obstáculo a sua proposta urbana:

“Inicialmente o solo, coberto de vegetação; os rios de circulação passam através dele e os portos de estacionamento estão rodeados de árvores.

Dominando as árvores ou correndo no meio de suas copas, entre folhagens e gramado, as ruas elevadas.

Eis o espetáculo autêntico da cidade moderna, intensa e ardente: uma sinfonia de vegetação, folhagens, ramagens, relvas e estilhaços de diamantes por entre os bosques” (6).

Mas será a influência da paisagem carioca a que lhe inspira a noção de cidade moderna imaginada como parque, assim como é incontestável a influência que a visão aérea provocou na sua abordagem do mundo urbano.

“É durante uma viagem aérea que vemos a terra como ela é, fazemos as descobertas e meditamos profusamente.

Subam num avião e sobrevoem as imensas planícies onde está a natureza” (7).

A partir da visão da paisagem carioca, Le Corbusier reconstrói seu ideal urbano como o de uma “cidade radiosamente verde”. Relação cidade – campo definidas contra o postulado das cidades jardins periféricas e contra as experiências soviéticas de “desurbanização”.

Os jardins de Le Corbusier

O interesse de Le Corbusier pelo projeto de jardins é revelado pelos seus desenhos que mostram que os jardins, o teto – jardim e os terraços foram projetados com cuidado para muitas de suas casas mais famosas, sem merecer comentários especiais e, até, serem ignorados pelos historiadores (8). Le Corbusier foi o único dos arquitetos de Weissenholf que desenhou seu próprio jardim (9). A “arquitetura de jardim moderna” aderia ao desenvolvimento e propagação de tendências de desenho formal de jardins como, por exemplo, a substituição do projeto paisagístico pelo jardim formal, arquitetônico. Uma idéia central que sustentava, entre outras coisas, a divisão do jardim, em consonância com as habitações da casa, em diversos espaços (de jardim) (10).

A regra serve para a casa do Lac Léman que Le Corbusier projetou para seus pais, perto de Vevey, em 1923:

“o pequeno jardim quadrado de dez metros de lado ficou enclausurado entre os muros norte, leste e sul, convertido numa sala de verdor – um interior (11).

“No muro sul [...] perfurou-se uma abertura quadrada para conseguir proporcionalidade [objeto de dimensões humanas]” (12).

Também é uma das primeiras obras na que usa um dos cinco pontos de sua arquitetura: o teto-jardim:

“O concreto armado chega ao teto – terraço e, com uma capa de quinze ou vinte centímetros de terra, ao teto-jardim.

A grama dá sombra e as raízes comprimidas formam um espesso feltro isolante. Isolante do frio e isolante do calor. Ou seja, um produto isotérmico gratuito que não precisa nenhuma manutenção” (13).

“O jardim do teto tem vida própria; graças do sol, das chuvas, dos ventos e dos pássaros portadores de sementes” (14).

Dá a árvore um valor singular quando a localiza ao lado de uma janela que se abre para o Lago. Pode-se verificar que árvore e a parede estabelecem uma relação desde os primeiros desenhos à mão-livre de Le Corbusier. O ponto da árvore tangente à parede faz sombra sobre a mesa que a hera cobriu e desde onde é possível ver o lago. Um ponto, uma árvore, acabam consolidando o espaço.

O Pavilhão L’Esprit Nouvaux

O teto-jardim, um dos “cinco pontos para uma nova arquitetura” formulados em 1926, é também uma nova figuração arquitetônica onde os telhados tradicionais e os terraços nus são substituídos e enfeitados através do uso de solários e chaminés esculpidas, ou passeios que Lê Corbusier chama de “promenade architecturale” (15).

Os “jardins suspensos” do Pavilhão L’Esprit Nouvaux são uma verdadeira contribuição para o verde do bairro que o acolheria e se constituem em um bom isolamento térmico do edifício ao estarem cobertos por pérgolas com trepadeiras de folhas caducas que projetam a desejada sombra de verão, sutilmente convertidos em terraços jardins individuais, com plantações pensadas como parte integral da estrutura do edifício. Expõe, assim, seu projeto:

Atravessando uma porta encontramos uma vila...deparamo-nos com um pano de vidro. Neste ponto vital da vila, uma porta dá para um jardim. Este jardim é “suspenso” e fechado de três lados. Realizamos o Pavilhão de l’Esprit Nouveau em 1925 para mostrar que este jardim é magnífico. Eu preciso: o tipo destes jardins no ar parece-me uma formula moderna e prática de usufruirmos o ar e está ao alcance imediato do centro da vida. Caminhamos a pé no seco, evitando o reumatismo, ao abrigo do sol perpendicular e da chuva (16). Terraço-jardim e sala do immeuble-villa projetado por Le Corbusier em 1923.

Referindo-se à casa de concreto, faz uma descrição que cabe também à proposta do immeuble-villa:

“Segundo andar: ...devido a uma sutileza de composição farei com que se comunique agradavelmente a recepção com o teto-jardim, repleto de flores, hera, tuias, loureiros da China, okubas, zaragatoas, lilases e árvores frutíferas. Lajotas de cimento, entremeadas de grama (existe um motivo para tal) ou belos pedregulhos compõem um chão perfeito. Abrigos cobertos permitirão a sesta numa rede. Um solário proporciona saúde...Se existem árvores por perto, estaremos acima de suas copas” (17).

Le Corbusier coloca com clareza os efeitos que as árvores farão na frente das edificações:

“Na frente das grandes fachadas límpidas transplantaremos neste inverno algumas belas árvores, cujo arabesco enriquecerá a composição e cuja presença, quanto mais estudarmos a arquitetura e o urbanismo, mais nos parecerá bem-vinda. Um dos méritos mais autêntico da arquitetura contemporânea de ferro ou de concreto armado e que se impõe à gratidão dos cidadãos será o fato de ter introduzido as árvores em todos os traçados urbanos. Árvores, coisa maravilhosa e amada pelos homens” (18).

As casas

A idéia inovadora de usar os jardins em projetos habitacionais, tanto de casas populares como de residências de alto padrão, traz exemplos de belas composições usando densidade foliar e tamanho combinado de plantas.

“Criamos um jardim semelhante a estes na vila de Garches e na vila de Poissy, que constituem uma demonstração. É um jardim eficaz, sem manutenção. Este jardim onde se usufrui o ar, multiplicado nos vastos blocos de edifícios, constitui, de fato, uma verdadeira esponja no ar” (19).

O projeto de 1927 da Ville Lês Terrasses em Garches, perto de Paris, “era uma composição gráfica deliciosa que harmonizava densidade, massas e vazios” de acordo com Doroty Imbert (20).

A vila Savoye, realizada em Poissy entre 1929 e 1932, é uma obra na qual Le Corbusier aplica integramente seus famosos cinco pontos. A um grande terraço lhe corresponde um vazio na laje da planta superior. Sobre seus “jardins suspensos” afirma:

“O verdadeiro jardim da casa não estará no solo, mas elevado três metros e meio: este será o jardim suspenso, onde a terra é seca e sadia e desde onde poderá contemplar-se a paisagem, muito melhor que de baixo” (21).

“A vila de Poissy: recebendo vista e luz do contorno regular da caixa, os diferentes cômodos reúnem-se radialmente sobre um jardim suspenso, que ali está como um distribuidor de luz e sol.

É o jardim suspenso sobre o qual se abrem, com total liberdade, as paredes corrediças de vidro do salão e de vários outros cômodos: assim o sol penetra em todos os lugares, no próprio coração da casa.

Do jardim suspenso, a rampa, que agora é externa, conduz ao teto, ao solário” (22).

A Unidade de Habitação

A versão mais concludente do protótipo do alojamento mínimo de Le Corbusier , a unité d’habitation” de Marselha (1945-52), é um conjunto de células organizadas num edifício de grande capacidade, provisto de serviços comuns. A pesar de isolamento do contexto original para a que fora concebida, segue sendo uma das propostas de arquitetura a escala urbana mais significativa surgida no âmbito do código racionalista e do todo o Movimento Moderno (23).

As virtudes do concreto armado que a tecnologia moderna oferecia são destacadas por Le Corbusier ao se referir à possibilidade de ter um teto – terraço:

“O concreto nos traz o teto-terraço, com o escoamento das águas pluviais para dentro (e muitas outras revoluções construtivas)” (24).

A disposição das ruas no próprio interior do grande imóvel residencial, que permitem tanto um alívio ao trânsito exterior como também uma maior autonomia da unidade de habitação é outro ponto de destaque doa obra:

“Estas ruas no ar alcançam, a uma distância útil, grupos de elevadores, rampas ou escadarias que estabelecem a ligação com o solo da cidade. Nelas também se encontra a ligação com o teto-jardim, onde está o solário, a piscina, as salas de cultura física, as pequenas alamedas em meio à vegetação dos jardins suspensos” (25)

“Esses panos de vidro, animados pelas grandes aberturas dos jardins (6 metros), suscitam uma nova visão arquitetônica.

Aqui está uma solução que remata a célula, já dotada com a rua corredor e com o jardim que aspira o ar: doto 50m2 para a célula (andares com duas alturas = a 100m2) e 50m2 para o jardim suspenso” (26).

Reflexão final

O olhar proposto sobre os jardins de Le Corbusier nos traz ao momento atual, quando o teto-jardim aparece novamente como uma das propostas de cunho ambientalista. É uma estratégia recomendada para reduzir os efeitos da ilha de calor e da poluição urbana e diminuir o consumo de energia da edificação e da cidade. Falta a proposta o “lirismo” que caracterizou ao teto-jardim que propôs Le Corbusier, a poesia que transforma o utilitário em arte, o programa que o faz vigente. As razões técnicas dadas para seu uso continuam vigentes, mas sua prática merece considerações compositivas e programáticas.

“O estudo dos terraços de concreto armados nos países quentes mostra-nos que os efeitos da dilatação podem ser desastrosos e podem provocar fissuras, por onde se infiltrará a água da chuva. É necessário, portanto, colocar o teto-terraço ao abrigo do sol demasiado quente. Por isso crio um jardim no teto da casa” (27).

Plantar árvores é outra consigna vigente, decorrente da crise ambiental atual. A fumaça global, o carbono emitido pelo planeta, aumenta dia a dia. Plantar árvores que absorvam CO² da atmosfera é uma das estratégias mais promovidas hoje pelo projeto ambiental que procura reduzir os efeitos da ilha de calor, a poluição urbana e o consumo de energia na cidade. Mas, plantar árvores nas cidades somente para fins ambientais?

Já os projetistas que conhecem a importância da contribuição que as árvores prestam à paisagem urbana do subtrópico úmido procuram novas oportunidades para colocá-los. Pelas suas implicações o tema merece ser estudado.

“De tudo o que já dissemos depreende-se que a cidade moderna será repleta de árvores... é o próprio tempero da grande plástica geométrica introduzida na arquitetura contemporânea pelo ferro e pelo concreto armado” (28).

Um dos paradoxos modernista foi, por um lado, preocupar-se com os aspectos higienistas que levavam à exigência de luz e verde e, por outro, o modo de fornecer estes elementos, desligados do suporte físico e biológico. É tal vez devido a este paradoxo que os pressupostos ecológicos em que se assentavam algumas das propostas de Le Corbusier não sejam reconhecidos.

Resulta oportuno citar aqui a Geoffrey Jellicoe e Susan Jellicoe (29), que afirmam: “a arquitetura moderna criou espaços gigantescos, desumanos, em nome de uma racionalidade inicialmente assente nas melhores intenções”. Mas a crítica que lhe tem sido feita não pode, entretanto, ignorar a aprendizagem que trouxe, negando qualquer leitura positiva que se possa fazer de um período rico de teorias e experiências.

Retomar algumas das propostas “ambientais” de Le Corbusier resulta não somente oportuno, mas também lecionador em quanto a sua vigência: “Sobre as superfícies construídas da cidade: os tetos – jardim” (30).

O retorno do verde urbano pode ser por modismo, por preocupações ecológicas ou insatisfação. Mas depois de muitos anos de domínio da racionalidade, de explicações em termos quantitativos e de intervenções sensivelmente afastadas das preocupações dos cidadãos, acontece uma nova demanda por espaços urbanos de qualidade; espaços que sejam mais íntimos, próximos e vivos, que possam ser o reflexo do passo do tempo. E expressem que as paisagens estão subordinadas às singularidades tipológicas, climáticas e fisiológicas dos elementos naturais que a compõem.

É preciso fazer propostas diferentes - no sentido mais particular e profundo - que ensinem a atuar operativamente contra a banalização do território e contra a especulação de idéias anômalas no contexto de uma nova realidade latina americana, que deve olhar mais para os territórios frágeis. Atuar contra a banalização é dar conteúdo aos espaços que se projetam além do virtuosismo plástico, desenhando com ética e estética (31).

notas

1
CONSTANT, Caroline. “From the Virgilian dream to Chandigarh”. The Architectural Review, vol. 18, n. 1070, jan. 1987, p. 67-72.

2
MARTINS, Carlos. Uma leitura crítica. In: LE CORBUSIER. Precisões sobre um estado presente da arquitetura e do urbanismo. São Paulo, Casac e Naify, 2004, p. 277.

3
DE FUSCO, Renato. Historia de la arquitectura contemporanea. Vol. 2. Madrid, Blume, 1984, p. 303.

4
LE CORBUSIER. Maneira de pensar o urbanismo. Mira-Cintra, Publicações Europa-América, 1977.

5
LE CORBUSIER. Precisões sobre um estado presente da arquitetura e do urbanismo. São Paulo, Casac e Naify, 2004, p. 153.

6
Ibidem, ibidem, p. 157.

7
Ibidem, ibidem, p. 41.

8
JELLICOE, Geoffrey. “Soundings, Decade 1960-1970, The Underworld of Art”. In: The studies of a Landscape Designer over Eighty Years, vol.1, Garden Art press, 1993, p. 40-41.

9
WOLSHKE – BULMAHN, J. Vanguardia y arquitectura de jardín en Alemania. In: BERJMAN, S. (org.) Diversas maneras de mirar el paisaje. Buenos Aires, Nobuko, 2005, p. 54.

10
Ibidem, ibidem, p. 40.

11
LE CORBUSIER. Una pequeña casa. Buenos Aires, Infinito, 2005, p. 28. Tradução livre do autor.

12
Ibidem, ibidem, p. 30. Tradução livre do autor.

13
Ibidem, ibidem, p. 45. Tradução livre do autor.

14
Ibidem, ibidem, p. 49. Tradução livre do autor.

15
DE FUSCO, Renato. Op. cit., p. 302.

16
LE CORBUSIER. Precisões (op. cit.), p. 54.

17
Ibidem, ibidem, p. 68.

18
Ibidem, ibidem, p. 69.

19
Ibidem, ibidem, p. 105.

20
IMBERT, Doroty. The Modernist Garden, London, University Press, 1993.

21
LE CORBUSIER. Precisões (op. cit.), p. 130.

22
Ibidem, ibidem, p. 139.

23
DE FUSCO, Renato. Op. cit., p. 310

24
LE CORBUSIER. Precisões (op. cit.), p. 89.

25
Ibidem, ibidem, p. 105.

26
Ibidem, ibidem, p. 107.

27
Ibidem, ibidem, p. 50.

28
Ibidem, ibidem, p. 156.

29
JELLICOE, Geoffrey; JELLICOE, Susan. The landscape of man. New York: Viking, 1975.In: MAGALHÃES, Maria Manuela. Morfologia da paisagem. Tese (Doutorado em Arquitetura Paisagista) – Instituto Superior de Agronomia, Universidade Técnica de Lisboa, Lisboa, 1966, p. 76.

30
LE CORBUSIER. Precisões (op. cit.), p. 56.

31
BIENAL EUROPEA DE PAISAJE (2, 2001). Jardines insurgentes. Arquitectura del paisaje en Europa, 1996 – 2000. Barcelona: Fundación Caja de Arquitectos, 2001.

bibliografia complementar

BOESINGER, Willy; Stonorov, Oscar. Le Corbusier et Pierre Jeanneret. Oeuvre complète 1910-1929. 4ª ed.Zurich: Erlenbach, 1946.

BROWN, J. The modern garden. New York, Princeton Architectural Press, 2000.

sobre o autor

Juan José Mascaró, arquiteto, Professor da Faculdade de Engenharia e Arquitetura da Universidade de Passo Fundo, RS, Doutor em Arquitetura pela Universidade Politécnica da Catalunya, Espanha, Pesquisador FAPERGS.

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