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interview ISSN 2175-6708

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CELANI, Gabriela. (DELETAR I)Fachadas | Detalhamento construtivo na arquitetura contemporânea (parte 1). Entrevista com Marc Simmons. Entrevista, São Paulo, ano 19, n. 076.01, Vitruvius, <http://vitruvius.com.br/revistas/read/entrevista/19.076/7160>.


GC: Quando foi criada a empresa Front e com quais finalidades? Como o escritório evoluiu nos últimos anos? Quais foram seus principais projetos?

MS: Após três anos no Foster e três anos ns Mainhardt FaçadeTechnologies eu conheci o engenheiro britânico Tim McFarlane (9), que é muito famoso por ter desenvolvido, na década de 1970, o uso do vidro como material estrutural, fazendo um monte de projetos boutique para arquitetos realmente interessantes, como Nigel Coates, e outros designers influentes do ambiente londrino dos anos 1980. E quando eu o conheci, ele havia acabado de abrir um escritório em Nova York, e como eu sou cidadão americano, ele disse: “Você quer vir para Nova York e começar um grupo de fachadas?” Eles atuavam mais em projetos em vidro, com cabos, mas não em engenharia de envoltórias ou com fachadas. Ter um arquiteto com o meu histórico parecia ser bom para eles, então ele me recrutou, eu fui para Nova York com Elaine (minha esposa, que também é arquiteta – estudamos juntos).

Elaine acabou se juntando ao escritório de Rafael Viñoli. E depois de três anos no escritório de Tim em Nova York, estávamos indo muito bem, foi muito bem-sucedido, mas a parceria de longo prazo entre Tim e seu parceiro Lawrence não foi um bom casamento e não criou um ambiente adequado para nós evoluíssemos e nos tornássemos sócios. Então nós finalmente dissemos: "Podemos fazer isso sozinhos". Tim originalmente se mudou para Nova York e ele estava morando lá e trabalhando conosco dia a dia. Mas, por motivos familiares, ele se mudou de volta para Londres, e nós (os outros associados do escritório de Tim McFarlane) acabamos ficando sozinhos. Ficou claro que poderíamos fazer nossos próprios projetos. E então meu parceiro Mike e eu, e outro colega que conhecemos da Foster and Partners, chamado Bruce Nichol (ele tinha trabalhado primeiro no Foster e depois no Renzo Piano), então nós três nos unimos para começar nossa nova empresa.

GC: E todos vocês já tinham grande experiência, certo?

MS: Sim, mas eu ainda era bem jovem, tinha 33 anos.

GC: Como o escritório evoluiu?

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076

076.01

Fachadas | Detalhamento construtivo na arquitetura contemporânea (parte 1)

Gabriela Celani

076.02

Relatos em arquitetura paisagística

Luis Guilherme Aita Pippi, Letícia de Castro Gabriel and Ana Paula Nogueira

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