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interview ISSN 2175-6708

abstracts

português
As arquitetas Lena Império, Maria Cau Levy e Victória Braga, do coletivo Goma Oficina, entrevistam o arquiteto equatoriano David Barragán, do escritório Al Borde, sediado em Quito, Equador.

english
The architects Lena Império, Maria Cau Levy and Victoria Braga, from the collective Goma Oficina, interview the Ecuadorian architect David Barragán, from the Al Borde office, based in Quito, Ecuador.

español
Las arquitectas Lena Imperio, Maria Cau Levy y Victória Braga, del colectivo Goma Oficina, entreviste al arquitecto ecuatoriano David Barragán, de la oficina Al Borde, con sede en Quito, Ecuador.

how to quote

IMPÉRIO, Lena; LEVY, Maria Cau; BRAGA, Victoria. David Barragán. Goma Oficina entrevista Al Borde. Entrevista, São Paulo, ano 20, n. 077.01, Vitruvius, fev. 2019 <http://vitruvius.com.br/revistas/read/entrevista/20.077/7255>.


Casa Culunco, Al Borde. Tumbaco, Ecuador, 2014
Foto divulgação [Website Al Borde]

Goma Oficina: São muitas as diferenças entre um canteiros de obras de uma obra privada e de uma obra comunitária. Com a experiência de vocês com o canteiro de obras da obra comunitária, algo mudou no canteiro de obras de uma obra privada?

David Barragán: O canteiro de obras de uma obra privada é muito diferente ao da obra social. Desde o início, nós nos preocupamos muito com a nossa relação com o pedreiros. Isso era muito importante. Não gostamos da metodologia do trabalho vertical, onde o pedreiro sempre é mal tratado, é despectivo. A obra é um ambiente muito forte do trabalho. Nunca gostamos de trabalhar dessa maneira. Então acho que quando começamos a trabalhar nos processos participativos, e o canteiro de obras de projetos de participação, sempre tínhamos uma relação mais horizontal. Só que na obra tradicional a relação sempre vai ser piramidal. A gente não está construído com os pedreiros a moradia privada. Tratamos bem, buscamos que o salário seja bom, boas condições do trabalho. Buscamos que tudo seja ótimo. Mas em canteiros de obras dos projetos sociais tudo é horizontal, é completamente diferente. Sim, é muito diferente. O que aconteceu é que, para canteiros de obras de projetos privados, começamos a criar espaços de ensino. Usamos a obra privada para fazer workshops, envolvendo alunos, para que conheçam diferentes tecnologias que estamos investigando. Talvez isso seja uma mudança forte, que entendemos que a obra privada também deve ser um espaço de experimentação, não só a obra social.

Casa Culunco, Al Borde. Tumbaco, Ecuador, 2014
Foto divulgação [Website Al Borde]

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