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architexts ISSN 1809-6298


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O texto é um extrato do artigo originalmente publicado no catálogo da exposição Richard Rogers + Architectes, ocorrida no Centre Pompidou em Paris, de 21 de novembro de 2007 a 03 de março de 2008


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CINQUALBRE, Olivier. Residência: Londres. Lugar predileto: a cidade. Território: o planeta. Arquitextos, São Paulo, ano 08, n. 096.00, Vitruvius, maio 2008 <https://vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/08.096/139>.

Se decifrar uma criação arquitetônica é um exercício delicado, analisar a obra que representa toda uma carreira o é ainda mais, devido ao encadeamento de um projeto a outro, ao ritmo das entregas das construções, à sucessão de pedidos e de concursos ganhos. Essa impressão de movimento contínuo e de projeção para o futuro sem parar não facilita as coisas, impedindo o recuo necessário para um posicionamento confortável de historiador e limitando assim o comentário na forma de uma crônica. Rapidamente apareceu ilusório que esta retrospectiva seja, para o arquiteto – Rogers sozinho ou seus sócios – um momento de introspecção, uma pausa, uma outra relação com o tempo.

No itinerário do construtor, surgem seqüências facilmente identificáveis, que evoluem com as diferentes razões sociais em sucessão. A primeira equipe, conhecida como Team 4, era constituída por Norman e Wendy Foster, Richard e Su Rogers. Ao longo do tempo se uniram outros arquitetos e alguns se mantém juntos até hoje. Dentre eles: Laurie Abott e John Young, de 1961 à 1967; até 1971, o casal Richard e Su Rogers; de 1971 a 1978, a associação Piano e Rogers.

Esta última se estende precisamente da participação no concurso para o Centro Beaubourg até a inauguração do Centro Pompidou. Depois disso o escritório foi denominado Richard Rogers Partnership, um período mais longo, e só recentemente se tornou Rogers Stirk Harbour + Partners. Ou seja, podem-se contar quinze anos para estas colaborações de composição variável e trinta para a produção sob o patronímico principal.

As primeiras equipes

Team 4 corresponde aos primeiros passos de jovens formados que receberam através dos ensinamentos uma verdadeira cultura arquitetônica consolidada durante uma estadia nos Estados Unidos (2). A casa Creek Van construída para Marcus e Rene Brumwell mostra uma alvenaria unicamente de concreto que, além das referências flagrantes a Frank Lloyd Wright, William E. Lescaze ou Alvar Aalto, remete às influências brutalistas daquele momento e à arquitetura de Alison e Peter Smithson. O mesmo ocorre com a fábrica Reliance Controls que, sem renegar as lições de Ludwig Mies van der Rohe ou do casal Eames, faz referência de forma ainda mais clara à escola de Hunstanton, em Nofolk, dos mesmos Smithson.

Alguns projetos e realizações que Richard e Su Rogers tiveram a oportunidade de desenvolver depois da separação de Norman Foster, marcam uma evolução na reflexão e na estética que conduz sua concepção. Na casa Spender (1967-1968) ou na construída em Wimbledon para os pais de Rogers, a técnica de montagem de perfis metálicos se inscreve como um prolongamento da fábrica Reliance, evidenciando uma procura por uma marca de design.

Esta inicia com um toque de cores vivas, o amarelo, colocado para dar valor à estrutura construtiva; seguindo, no caso da casa de Nino e Dada Rogers, com o revestimento plástico de painéis sólidos nas fachadas laterais ou do desenho de uma porta de vidro, com os ângulos arredondados em harmonia com uma janela escotilha de navio. A tentativa de aproximar o edifício ao objeto industrializado e a construção ao processo industrial se evidência mais ainda nos projetos de casas Zip-Up. Sobre os finos pilotis metálicos e reguláveis nas alturas, a construção é descolada do solo, tornando-se independente e pronta para ser implantada em qualquer lugar. Os painéis utilizados tanto nas fachadas quanto na cobertura não são mais uma simples pele, mas constituem uma casca onde a estrutura e vedação se confundem. A continuidade das paredes internas e da cobertura, as janelas tipo escotilha e o arredondado das suas junções fazem referência à fuselagem de um avião ou ao casco de um navio. Nesta cápsula do tamanho de uma residência, o espaço é naturalmente modular e flexível. Em contrapartida, é possível visualizar através de uma fotomontagem que a extensão do telhado do edifício do Design Research Unit se parece com habitáculo de um automóvel.

A associação com Renzo Piano

Para o projeto de elevação da cobertura do Design Research Unit e da fábrica Universal Oil Products a equipe conta com um novo participante: Renzo Piano. Os dois arquitetos já trabalhavam juntos, antes mesmo que sua colaboração se concretizasse na associação que consagrou a equipe que ganhou o concurso internacional para a realização do Centre Beaubourg. Eles dispunham cada um de uma estrutura diferente, um em Gênova, o outro em Londres.

O fato de ter ganho o concurso da ”Esplanada Beaubourg” reúne, em seguida, os dois arquitetos e suas equipes em Paris.

Paralelamente ao desenvolvimento deste projeto eles realizam e propõem outros. Dentre estes, o edifício de escritórios para a firma B & B em Como e o laboratório de pesquisas PA Technology perto de Cambridge, ambos baseados nos mesmos princípios: sistemas construtivos modulares e a liberação de espaços para a exteriorização de todos os equipamentos técnicos. Se as fachadas do laboratório se inscrevem por sua elegância em um classicismo desejado pelo cliente, a aparência dos escritórios B & B é mais evocativa do Centre Pompidou em gestação. “Este projeto foi desenvolvido entre Paris e Gênova e foi influenciado pelo Beaubourg, como o Beaubourg foi influenciado por ele. Tratou-se de uma espécie de repetição generalizada.” As características da resposta da equipe vencedora são numerosas e conhecidas. Para relembrar somente algumas: a criação de uma grande esplanada, la piazza, que teve como conseqüência o aumento da altura do edifício. Assim, as portas tornam-se muito grandes e as diferentes atividades acontecem em oito níveis. Para poder realizar o edifício imaginado foi preciso resolver a questão técnica de sua construção, criando uma estrutura adequada com a ajuda de engenheiros; dentre eles Peter Rice e Tom Barker.

A Lloyd’s of London: primeiro símbolo da Richard Rogers Partnership

Com a finalização do Centre Pompidou, enquanto Renzo Piano sente a necessidade de mudar, através de uma dedicação a projetos menores – um modesto ateliê em Otrante, uma unidade móvel de construção em Dakar, um automóvel experimental… –, Richard Rogers foi monopolizado por um empreendimento de uma amplitude equivalente àquele do Beaubourg – o edifício do Lloyd’s na City de Londres. Quando o edifício do Lloyd’s foi finalizado, seus andares superiores e a parte de fachada de vidro emergem nitidamente do skyline da City e o edifício aparece como um OVNI, assim como o Beaubourg no bairro do Marais. Os dois edifícios têm inegavelmente um ar familiar, mas é precisamente o jogo de similitudes, como as diferenças, que permitem apreciar o Lloyd’s no seu justo valor. Um tinha a liberdade de se estender, o outro, mais constrangido, pôde desenvolver-se na altura.

Para um, o desafio de uma construção toda metálica foi acatado; para o outro, o pragmatismo orienta a escolha de uma estrutura em concreto sem impedir inovações nas montagens. Nos dois edifícios se encontra a aplicação do princípio de colocar no seu exterior todos os elementos de serviço, escadas de segurança, cabines de elevadores, dutos de climatização e outros fluídos… Se, por um lado, cor e função são colocadas na fachada do Centro Pompidou, no Lloyd’s o aço inoxidável dá um tom mais discreto e elegante. Se o recuo nos faz de forma natural “abraçar” num só olhar o edifício da City emoldurado pelas construções próximas ao seu redor, o hall, que com seu pé direito organiza os espaços, oferece uma visão inédita e espetacular que se distingue de seu homólogo parisiense.

Como muitos arquitetos, Rogers constitui uma espécie de catálogo de edifícios ícones, referências históricas das quais ele não se distancia e que retornam de maneira recorrente nas entrevistas ou nas publicações. Assim, para citar alguns, a torre Velasca, a casa Eames de Pacific Palisades e a Casa tropical. O Lloyd’s se inspira na Casa de Vidro de Pierre Chareau e Bernard Pijvoet (1928-1931) pela correlação entre a parede translúcida e o tratamento para gravura de vitrais interiores e exteriores. Com a perfeita habilidade que caracteriza sua realização, o Lloyd’s aparece como o momento decisivo no qual Rogers e seus colaboradores estabelecem sua linguagem arquitetônica, que será empregada nos próximos decênios.

Além do edifício, a cidade; “London as it could be”

Desde o concurso do Lloyd’s até este ser inaugurado se passaram dez anos, durante os quais o escritório assinou outros numerosos projetos. Dando continuidade às questões presentes no Lloyd’s, Rogers e sua equipe projetam consecutivamente três fábricas de primeira importância e também um centro comercial na periferia de uma aglomeração urbana, que revelam os mesmos princípios estéticos: a fábrica Fleetguard, em Quimper fábrica de microprocessadores Inmos no País de Gales, os laboratórios de PA Technology em Princeton, nos Estados Unidos, e o centro comercial de Saint-Herblain.

Esses edifícios apareceram na época como a melhor expressão do high-tech inglês, onde simples componentes de chapas parafusadas são erguidas como símbolo desta renovação da modernidade. Esta série de edifícios confirma o reconhecimento profissional de Rogers, que se traduz notadamente pela solicitação de projetos no exterior, possibilitando seu retorno à França e viver uma primeira experiência do outro lado do Atlântico.

O primeiro estudo diz respeito ao desenvolvimento proposto por Coin Street, seguido por um projeto de renovação de antigos galpões, Free Trade Wharf (1981); do concurso de extensão para a National Gallery; do projeto de intervenção na Whittington Avenue (1983), próximo ao edifício Lloyd’s; do plano de reforma urbana para os Royal Docks (1987). A cidade se reconstrói a partir dos seus edifícios e sua paisagem evolui devido a estas proposições. Essa impressão que o arquiteto assume a posse da cidade e lhe imprime sua marca lembra, na França, a conduta de Tony Garnier em Lyon. Em um segundo momento, transparecem preocupações mais ligadas ao uso da cidade, como a circulação de pedestres ou a reabilitação das margens do rio.

Todas essas pesquisas vão nutrir uma exposição, London as it could be, realizada em 1986 nas salas da Royal Academy. Se a passagem de pedestre conserva um ar futurista com suas superestruturas em linguagem náutica, os quarteirões que ela une são repensados para o aproveitamento dos pedestres e para equipamentos de lazer. Não há nenhuma proposição de novas construções sobre os dois rios, pois são a preservação e a valorização dos edifícios existentes que se destacam. Entretanto, dois projetos londrinos serão construídos em Londres na beira do Tamisa, tendo como ponto de partida os edifícios antigos. Um consiste na restauração de um edifício histórico, o mercado Billingsgate e sua transformação em locais de informática para um banco americano (1985-1988); o outro, o Thames Wharf, associa a criação de um conjunto de imóveis residenciais e a reconversão de entrepostos, sendo um deles destinado a abrigar o escritório de arquitetura. A estrutura metálica suspensa é implantada de maneira muito elegante no edifício vitoriano de Billingsgate.

Expansão internacional

A aventura japonesa começou em Tóquio, com a torre Kabuki-cho, concebida inicialmente para ser um hotel e que se tornou um edifício de escritórios. O excelente domínio da técnica construtiva tornou possível liberar a fachada com o máximo de superfície em vidro e ainda cobrir um grande átrio com um plano inclinado igualmente em vidro. Outros projetos foram contratados com o mesmo cliente: edifícios em Yokohama (1987-1991), Ikura (1987), Shinkawa (1989), Jimbocho Kanda (1989), Ningyo-cho (1990), Roppongi Studio (1991) em Tóquio. Por causa da onda de recessão que o Japão viveu, nenhum foi construído. Para realizar todos os programas, um novo escritório foi criado em Tóquio e equipes mistas foram constituídas. Outros projetos, também muito criativos, foram iniciados no Japão: a torre de exposição Tomigaya, baseada em uma metáfora da grua, e a resposta de Rogers e de seus associados ao concurso Tokyo International Forum que prolonga e exacerba idéias presentes no Centro Pompidou. A relação entre o edifício e ambiente é baseada na liberação total do solo: os três grandes volumes de auditórios foram suspensos por uma estrutura metálica aérea enquanto as outras áreas de atividades e de exposição são subterrâneas. A vegetação prolonga o espaço público sob o edifício, e as enormes escadas rolantes dentro de tubos de vidro lembram a referência parisiense.

Nesses anos houve também na França uma multiplicação de concursos e construções. Em 1988 são desenvolvidos projetos de recuperação nos terrenos dos antigos abatedouros de Estrasburgo, também para Bussy-Saint-Georges, propostas para a ponte de Austerlitz, o edifício de Canal +, e encomendas do Groupement Rhodanien de Construction – uma torre para sua sede em Lyon, um edifício em Marselha unindo um hotel de eventos e uma grande galeria urbana. Nos anos seguintes, foram feitos projetos para um hall de exposição de automóveis em Massy, a estação ferroviária de Lyon-Satolas, o setor Sextius Mirabeau em Aix-en-Provence (1989); o porto de Aupec em Paris, a torre de Media d’Euralille (1990), o plano urbano do setor Étoile em Strasbourg e o da La Plaine 2 em Nice (1991), e um projeto para um edifício em Roissy (1992)… Desta profusão de estudos, dois são concluídos: a Corte européia de direitos humanos em Estrasburgo e o aeroporto Marignane em Marselha. O primeiro foi implantado em um lugar complicado, no encontro de dois cursos de água, oferecendo de maneira econômica um grande número de metros quadrados de escritórios e garantindo ao conjunto a monumentalidade que o programa requer.

O aeroporto Marignane é o primeiro de uma série de terminais para os quais o escritório é contratado. Além das soluções para os imperativos técnicos de circulação, de segurança, etc., a imagem arquitetônica do edifício ganha em qualidade pela leveza que dá ao pavilhão central os imensos brise-soleis que o cobrem. Londres constitui a terceira etapa de expansão geográfica do escritório. Se os projetos não construídos são ainda mais numerosos, algumas realizações começam a pontuar o território londrino. Em primeiro lugar um edifício técnico, uma estação de bombeamentos e um imóvel para a agência Reuters localizada na zona das docas e destinada a abrigar suas instalações eletrônicas (1987-1992); mas é a construção do edifício do canal de televisão Channel 4 que de fato, após o Lloyd’s, traz um novo marco na capital inglesa.

Dois outros edifícios surgiram em Londres no final do século com um inegável ar familiar: o edifício de escritórios do 88 Wood Street e o da Lloyd’s Register of Shipping. Evidentemente esta proximidade reflete um fenômeno de gerações, ao qual pertence igualmente o projeto Zoofenster em Berlim.

Multiplicidade de programas

No palácio da Justiça de Bordeaux, resultado de um concurso vencido em 1992, encontra-se os ingredientes habituais do escritório, elaborados, retomados e melhorados com o acúmulo de experiências. A transparência, esta dimensão primordial procurada pelos equipamentos públicos desde o Channel 4, que possibilita ver as salas de audiência, cones fechados sobre ele mesmo para a quietude dos debates, atrás das fachadas totalmente envidraçadas, mostra a vida interior da instituição. Bordeaux é também uma ocasião para que os arquitetos possam integrar em suas construções pesquisas “ambientais”, de desenvolver de maneira virtuosa as superfícies curvas relativamente inéditas no seu repertório e promover o emprego de um material tradicional.

Duas realizações se lançam no tempo: o terminal 5 de Heathrow em Londres e o terminal 4 do aeroporto Barajas de Madri. O primeiro passa por várias fases: um concurso vencido em 1989 propondo uma cobertura de halls com ondulações amplas e maleáveis; uma longa interrupção; uma retomada do projeto em 1999 conduzindo a uma depuração da forma em um grande hall que abriga vários níveis sob uma cúpula de arcos rebaixados. Entretanto, o aeroporto de Barajas lhe roubou o lugar de sensação, uma ironia da história se pensarmos que o resultado do concurso de Heathrow pôde influenciar favoravelmente sobre o de Barajas em 1997. Estudos e o canteiro de obras ocorreram até em 2005 para uma entrega que irá chamar a atenção em função da impressionante linearidade da edificação, da unidade proporcionada aos diferentes espaços funcionais pela cobertura cujas curvas se desenvolvem nos dois sentidos, do ritmo obtido pela repetição assumida dos elementos unitários tanto para a estrutura como para a cobertura. O ambiente procurado é importante para o efeito produzido: uma iluminação natural abundante, na fachada e zenital, o abandono de todas as divisórias opacas, as cores vivas dadas às colunas metálicas, a delicadeza da madeira no teto, todos esses elementos contribuem para que este local seja o menos fechado possível. Leveza e transparência, motivação principal do escritório, estão bem presentes, mas aparecem com um novo elemento: o toque orgânico dado ao desenho dos pilares.

A multiplicidade dos projetos que não foram realizados não atrapalha a leitura da obra cuja finalidade seria de comprovar na realização o que estes projetistas neles desejaram experimentar. Contudo, é lamentável o fato que projetos tão ambiciosos como o complexo de Saitama d’Omiya City ou o palácio do Congresso de Roma não tenham sido construídos. É necessário, portanto, olhar para o futuro e esperar com impaciência a edificação do arranha-céus concebido por aqueles que agora trabalham na Rogers Stirk Harbour + Partners para os 122 Leadenhall Street, uma vez que sua localização em frente ao Lloyd’s tem valor simbólico. Mesmo porque o aparecimento de uma construção assinada pelo escritório de Rogers reconciliaria com o período onde o vidro do Lloyd’s dominava o skyline da City, e porque esperamos mais uma vez ver nesta construção a feliz união de uma técnica comprovada e a maior consideração para com seus usuários.

[Tradução de Marina Rosenfeld. Revisão de Valentina Moimas]

nota

1
Este texto é um extrato do artigo originalmente publicado no catálogo da exposição Richard Rogers + Architectes, ocorrida no Centre Pompidou em Paris (Galeria Sul, nível 1), de 21 de novembro de 2007 a 03 de março de 2008. O texto e as imagens foram reproduzidos em Arquitextos do Portal Vitruvius com a autorização do autor e do editor. Richard Rogers + Architectes. Paris, Editions du Centre Pompidou, 240 p., 23,5 x 28 cm, 340 ilustrações coloridas.

2
Durante o outono de 1961, o casal Rogers viaja para os Estados Unidos ambos para cursar pós-graduação em Yale, onde Richard se encontra com Paul Rudolph. Em companhia de Norman Foster, viajam pelo país e descobrem as obras de Frank Lloyd Wright, Louis Kahn e dos arquitetos da costa oeste, Pierre Koenig, Craig Ellwood, Raphael Soriano, Ray e Charles Eames.

sobre o autor

Olivier Cinqualbre é arquiteto e historiador da arquitetura. Atualmente é conservador-chefe do setor de arquitetura do Museu de Arte Moderna / Centro de Criação Industrial do Centro Pompidou. No Centro Pompidou foi curador de diversas exposições, com destaque para Tony Garnier, Pierre Chareau, Fernand Léger, Renzo Piano, Adalberto Libera, Robert Mallet-Stevens e Richard Rogers.

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