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interview ISSN 2175-6708

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Maria Helena Flores Guinle e Luis Guinle,administradores do Park Hotel de Lucio Costa de 1999 a 2002, comentam o projeto de restauração e relembram a história do hotel

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GUERRA, Abilio. Maria Helena Flores Guinle e Luiz Guinle. SOS Park Hotel, já! Entrevista, São Paulo, ano 09, n. 035.04, Vitruvius, jul. 2008 <https://vitruvius.com.br/revistas/read/entrevista/09.035/3284>.


Repercussão de artigo de Gilberto Paim publicado em Agitprop, editoria do Portal Vitruvius:"Obra de Lucio Costa em ruína", artigo de Affonso Romano de Sant'Anna publicado no Caderno C do jornal Correio Braziliense, Brasília, 30 dez. 2007

Abilio Guerra: Como se deu o processo de degradação do hotel?

Maria Helena Flores Guinle: A evolução da indústria de turismo no Brasil e no mundo exigiu das redes hoteleiras um processo de radicais transformações. A rede de Friburgo, a partir do final dos anos 80 não conseguiu responder a essas exigências. A já mencionada preferência dos turistas para o litoral veio se somar a essa situação, como mais um elemento complicador.

Em Friburgo, um hotel grande e importante – o Sans-Souci – fechou suas portas em meados dos anos 90. Outros hotéis como o Hotel Olifas e o Hotel Floresta deram sinais de crise. O mesmo se deu no Park Hotel. A hospedagem caiu sensivelmente, embora os serviços de restaurante mantivessem uma razoável clientela.

Ao longo da existência do Park Hotel, César Guinle sempre forneceu os meios de fazer reformas e reparos no hotel. Sua firma, Construtora Parque São Clemente, tinha pessoal qualificado e materiais de reposição (peças de eucalipto, por exemplo) para atender as necessidades do imóvel. No período em que ele adoeceu, de 1980 a 1989 – quando veio a falecer - não foi possível dar a mesma qualidade de manutenção ao hotel.

Ocorreu também que com a queda da receita do hotel e o gradual cansaço decorrente da idade, Dona Irene na década de 90 foi diminuindo a manutenção do dia a dia do prédio. Cientes da situação, nos últimos anos do contrato de arrendamento  abrimos mão do aluguel e demos início às providências para o restauro.

O grande impacto da degradação se deu, entretanto, em 2003 porque, embora a verba da recuperação do telhado já tivesse sido liberada em agosto, a burocracia do IPHAN atrasou o início da obra até fevereiro de 2004. Naquele ano inusitadamente choveu muito de agosto em diante e o estrago no interior do hotel foi muito grande.

AG: Qual a repercussão do manifesto “SOS” Park Hotel” de Gilberto Paim?

MHFG: A iniciativa de Gilberto Paim com o manifesto SOS Park Hotel, veiculado na editoria Agitprop do Portal Vitruvius e em um jornal de Nova Friburgo, foi fundamental para despertar a atenção de órgãos da imprensa e dos profissionais de arquitetura para a situação do Park Hotel. Vale acrescentar que, além dele ser conhecedor de design e arquitetura, sua atitude foi independente dos proprietários do hotel. Muito importante também foi o trabalho do jornalista friburguense Girlan Guillan, que desenvolveu o assunto dando-lhe sustentação na imprensa e alcançando um espectro mais amplo do publico leitor.

Manifesto "SOS Park Hotel" de Gilberto Paim, publicado no caderno "Light" do jornal A Voz da Serra, Nova Friburgo, 26 jan. 2008

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