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architexts ISSN 1809-6298


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O artigo expõe a trajetória profissional de Carlos Maximiliano Fayet, arquiteto formado pela FA/UFRGS (1953), cuja carreira abrange largo espectro de atuação abnegada ao serviço público, docência e às entidades de classe


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MARQUES, Sergio Moacir. Carlos Maximiliano Fayet. Arquitetura moderna brasileira no Sul. Arquitextos, São Paulo, ano 09, n. 105.03, Vitruvius, fev. 2009 <http://vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/09.105/74>.

Em raras oportunidades algum arquiteto brasileiro projetou arquitetura moderna e décadas mais tarde, com status de patrimônio histórico, a restaurou. Carlos Maximiliano Fayet (Domingos Martins, ES, 1930), entre o seu primeiro e último trabalho profissional, dedicados à obra emblemática da arquitetura moderna de vertente corbuseriana no sul, o Palácio da Justiça de Porto Alegre (Sede do Poder Judiciário do Rio Grande do Sul, em equipe com Luis Fernando Corona, 1953/1967 e 2000-2003), fez bem mais do que isso. Formado pela FA/UFRGS (1953), após ter cursado quatro anos do Instituto de Belas Artes (1948-52), sua carreira abrange largo espectro de atuação abnegada ao serviço público, na Divisão de Urbanismo (PMPA, 1955-63) e na docência da UFRGS (FA e IBA, 1958-70 e 1980-91), e às entidades de classe, na presidência da ABEA (1984-87 e 1988-89) e na presidência do IAB (IAB-RS, 1994-97 e IAB-DN, 1998-2000).

Obstinado, ainda estudante do último ano, Fayet venceu, com Corona, o concurso para o Palácio, com solução impregnada da verve de Le Corbusier e a mesma motivação da casa Candido Norberto (1952), primeira obra conjunta dos autores do palácio. “O esforço, principalmente do Corona e meu, de fazer uma residência que tivesse aqueles elementos, que a gente tanto admirava na arquitetura contemporânea, que estava sendo feita especialmente no Rio de Janeiro, e até procurando, ainda que forçando um pouco, a utilização de algumas soluções e alguns detalhes que pudesse vincular esse projeto à essa tendência, especialmente na arquitetura contemporânea carioca” (2).

O trabalho de Héros

A tenacidade pela afirmação do Movimento Moderno emblemático, disseminada no ensino do Curso de Arquitetura do IBA, e nas primeiras gerações da FA/UFRGS, no final dos anos 1940 e início 50, contraditório à tendência expressionista local, conservadorismo cultural e cidade figurativa dominantes, encontrou em Fayet um notável protagonista. Esteve, desde estudante, sistematicamente na avant guard dos movimentos em ebulição. No primeiro ano de escola (1948), fundou juntamente com Enilda Ribeiro, L. F. Corona, Nelson Souza e outros veteranos, a antológica revista Espaço, re-editada no final dos anos 1950. No engajamento ao movimento P.U.F.A (Por Uma Faculdade de Arquitetura), participou da equipe em que integravam Demétrio Ribeiro, Emil Bered e Moojen, para o projeto arquitetônico da FA/UFRGS (não executado), no mesmo ano do concurso para o palácio. Dentre as lideranças pioneiras do Movimento Moderno no Estado, como Demétrio Ribeiro, Edgar Graeff, mas principalmente Edvaldo P. Paiva e a conexão com o curso de Urbanismo da UDELAR de Montevidéu, prosperou a visão renovadora e o alcance social da arquitetura e fundamentalmente do urbanismo moderno como ação de direção progressista.

Findo o curso de Urbanismo (UFRGS, 1954-55), Fayet incorporou-se à equipe coordenada por Paiva no Planejamento Urbano do Município, chefiando a Secção de Planejamento (1956-1963) e dirigindo a Divisão de Urbanismo (1958), com relevo na participação do Plano Diretor para Porto Alegre (Lei n.2046 de 1959 substituída pela Lei n.2330 de 1961), de urbanismo estruturalmente filiado à Carta de Atenas; na participação da equipe para os projetos de urbanização da Praia de Belas (1956) e da Av. Primeira Perimetral (1958), projetos de desenho urbano expressivos do espaço moderno radieuse imaginado para o aterro da Praia de Belas. Como funcionário público, de gênio impoluto no exercício do ofício, projetou o Edifício Sede da Secretaria da Produção e Abastecimento (1959), que chamou a atenção de Richard Neutra em sua passagem por Porto Alegre, provavelmente pelo parentesco com as construções californianas do study case house program, e com Moacyr Moojen Marques, o Auditório Araújo Viana (1960), precursor das “topografias operativas”, também patrimônio histórico e obra referencial da arquitetura moderna brasileira. Nesta fase heróica, ainda com menos de 30 anos, Fayet iniciava carreira docente como professor assistente de Urbanismo e Arquitetura Paisagística na FAUFRGS (1958-1964), atividade que se dedicou até ser cassado em 1970 (3). Na banda privada, com sua esposa Suzy Fayet, ainda em 1959, venceu o concurso para o Centro Evangélico de Porto Alegre, com um projeto, por um lado, de carga abstrata e teor tectônico, como sopravam os ventos paulistas, por outro, conectado a um forte sentido urbano na intermediação da praça existente com a praça criada e o edifício-urdimento, que encerra a perspectiva do espaço urbano.

Mas se o compartilhamento com a Arquitetura Moderna Brasileira, no sul, se deu inicialmente, com a criação da Faculdade de Arquitetura (IBA, 1945) e a fundação do Departamento-RS do IAB (1948), o exercício do ofício dos arquitetos de segunda geração, fundamentalmente nos anos 1950, em obras de arquitetura públicas e privadas e no planejamento urbano municipal, criou aderência à cultura local. O projeto para o Edifício IAB (1960), incorporado na gestão de Irineu Breitman, é o ponto culminante da tríade institucional (FA/UFRGS, PMPA, IAB) em que Fayet, com devotamento e magnanimidade, combateu pela arquitetura do seu tempo.

Uma equipe de arquitetos

A idéia de Arquitetura Moderna Gaúcha não se desenvolveu em termos de sistemas compositivos e elementos formais próprios, suficientes para sustentação de escola arquitetônica regional irradiadora e de um corpo disciplinar hereditário que fizesse jus a identidade formal distinta da produzida no Rio de Janeiro e São Paulo. Em obras inaugurais de determinados expedientes da Arquitetura Moderna no Rio Grande do Sul, como a Refinaria Alberto Pasqualini (uma das primeiras obras brasileiras com estrutura de concreto pré-moldado in situ, Canoas, 1962-68), de Carlos Fayet, Cláudio L. G. Araújo (1931), Moacyr Moojen Marques (1930) e Miguel A. Pereira (1932), epítetos de comedimento, rigor, racionalidade, economicidade, pragmatismo, frugalismo e sobriedade dão vazão a certa maneira de compreender e proceder mediante o problema arquitetônico, reveladora dos pormenores da Arquitetura Brasileira no sul.

Na Petrobrás, o movimento “O petróleo é nosso” encontrou arquitetos simpáticos à corrente social da qual a Arquitetura Moderna Brasileira era uma causa. Os meios arquitetônicos racionalizados, a idéia de arquitetura e urbanismo modernos como ferramentas sociais renovadoras e o exercício do oficio competente, encontraram uma das sedes. O racionalismo decorrente de uma forma de armar a concepção arquitetônica onde o sistema estrutural e o processo construtivo nascem indissociados enquanto lógica de projetação e formulação espacial, conjugados à preceitos de economia, arroga um dos meios idiossincráticos do pensamento arquitetônico local, que acompanhou Fayet em sua exitosa carreira privada a partir dos anos 60 e dos projetos para a Petrobrás.

Neste trabalho (Refap e Tedut), para efeitos do contrato foi criada a sigla “EA”, Equipe de Arquitetos, adotada mais tarde, como entidade jurídica na sociedade de Fayet e Araújo, iniciada com os projetos para a Central de Abastecimento de Porto Alegre (Ceasa, 1969-71), e extinta somente com o falecimento de Fayet em 2007. Da EA também nasceu o FAM (1964-1967), habitação coletiva moderna projetada por e para Fayet, Araújo e Moojen. O edifício, construído no aterro da Praia de Belas, obedece à morfologia e o espírito de cidade moderna, determinada pelo Plano Diretor de 1959, que traçava para o novo território, o centro administrativo de escala monumental, grandes parques urbanos, avenidas estruturais e bairros residenciais de imagem garden city. Filiação marcante na delgada estrutura independente de concreto, na pureza dos volumes cúbicos, na fluidez e decomposição do espaço em planos, na envolvente de pouca substância da fachada.

A Ceasa inaugurou a parceria da EA, de Fayet e Araújo com Carlos E. D. Comas e dezenas de arquitetos associados, engenheiros e colaboradores, que no decorrer de mais de trinta anos realizaram projetos em co-autoria. Neste projeto, em particular, a retomada da conexão uruguaia, com a participação dos Eng. Eládio Dieste e Eugênio Montañez, iniciada nos anos 50, com Cravotto, Arozteguy e Garcia Pardo, através do meio acadêmico. A arquitetura moderna uruguaia por afinidades culturais, climáticas, e geográficas permite paralelismos com o contexto gaúcho, assim como rasgos tipológicos e construtivos, principalmente na arquitetura doméstica. “Quando na faculdade nós fazíamos reuniões sobre ensino, tínhamos as nossas relações com os arquitetos e professores do Uruguai, que foram convidados para dar aula aqui, como Cravotto e Arosteguy, via Demétrio Ribeiro, assim como veio o Graeff do Rio. Estabeleceram-se vínculos com a Faculdade da República e nós estudantes tivemos mais contato com os estudantes de Montevidéu que com estudantes de São Paulo. Chegávamos mais facilmente ao Uruguai e isso influenciou bastante. Eu acho que, além do ponto de vista cultural... Não vou falar senão os paulistas vão nos dar pancada, falar em arquitetura gaúcha, mas tem algo aí que é comum na Argentina, Uruguai e sul do Brasil, na arquitetura, que é evidente” (4). Na Ceasa, senão pela comunhão de sistemas espaciais e construtivos, mas pelo rigor técnico e pensamento estrutural, na apropriação de formas modernas com técnicas regionalizadas, com o uso da cerâmica armada, perfazem ingredientes da austeridade profissional comum.

Les grands travaux

A experiência dos projetos para a Petrobrás e CEASA, a organização da Equipe de Arquitetos e a natureza grandiosa de Fayet, conduziram a sociedade com Araújo ao status de grande escritório, produção arquitetônica empresarial e às obras de complexidade e envergadura expressivas, particularmente as de programa industrial. Projetos como a Companhia Petroquímica do Sul – COPESUL – Central de Matérias Primas do III Pólo Petroquímico (Triunfo-RS, 1977-83); Tramontina Ferramentas Agrícolas S.A. e Forjasul S.A. Materiais Elétricos (Carlos Barbosa-RS, 1986); Tramontina Materiais de Pesca S.A. (Distrito Industrial de Gravataí – RS, 1986-87); Concurso para a TASA-Telecomunicações Aeronáuticas S.A., com Guillermo L. Silva, 1° lugar, não construído (Galeão/Ilha do Governador-Rio de Janeiro-RJ, 1986-87); Tramontina Cutelaria S.A., com Fernando Bahima (Cachoeirinha-RS, 1989-90); Forjasul S.A. Materiais Elétricos, Pavilhão Industrial para galvanização (Carlos Barbosa-RS, 1990), tendendo sempre a uma espécie de desenho total, com projetos para urbanização do conjunto, sistema viário, escritórios, portarias, paisagismo, comunicação visual e arquitetura de interiores, envolvendo extensas equipes multidisciplinares e prestigiamento dos profissionais da engenharia, como Raul Rego Faillace (especificações), Werner Laub (instalações), Ivo Wolf (estruturas), Dicran Guregian (estruturas), Ênio Cruz da Costa (conforto), Joaquim Blessman (ação dos ventos), Cláudio Herman Bojunga (instalações), Beno Sperak (estrutura), Eugênio Knorr (estrutura) e Fernando Campos de Souza (estrutura e construção), igualmente parceiros em inúmeros trabalhos. Fayet, com a EA, classificou-se em concursos nacionais, promovidos pelo IAB, com Menção Honrosa no Concurso Público de Projetos para Habitação Popular – Brás XI – (SEHAB/PMSP/COHAB/São Paulo, 1989) e 1° Lugar no Parque Ecológico do Guarapiranga, com Sandra M. Boeira, eng.agr. Elaine L. Nunes e eng. agr. Helena W. Schanzer (Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, 1991).

Além da EA, Fayet desenvolveu trabalhos como Diretor da URBASUL – Equipe de Urbanismo Ltda. (1969-75), com o Plano Diretor de Taquara-RS (1970); Plano Diretor Urbano de Esteio-RS (1971); Plano Diretor de Criciúma-SC (1972) e mais tarde com a Carlos Maximiliano Fayet Arquitetos Associados Ltda. (a partir de 1977) com o Terminal Rodo-aquaviário de Passageiros, com Nelson Inda (Vitória-ES, 1977) e o conjunto integrado de shopping center, apart-hotel, escritórios e garagens para o quarteirão Q1 da urbanização da Praia de Belas, área total de 145.000m2, com Jorge D. Debiagi (1985). Este mega projeto, não construído, de semblante prospectivo em relação ao desenvolvimento urbano do aterro, abandonava a imagem inocente do traçado em redents do projeto moderno para a Praia de Belas e o Bairro para 200 mil habitantes, do Plano de 1959, similar a Toulouse Le Mirail de Candilis, por uma efígie metropolitana cosmopolita como a Nova York de Rem Koolhas. Destes tantos remanesceu o projeto básico para o Shoping Praia de Belas (1988) e a Praça Itália (1990), que paralelo a Piazza d’Itália de Charles Moore, retrata a incursão de Fayet, como muitos veteranos de sua geração, sem embaraço para novas experiências, nas re-leituras pós-modernas a partir do final dos anos 70.

Omni + presença

No apogeu de sua carreira privada, a conexão com as obras públicas, o ensino e a profissão foi uma constante. Além dos sucessivos projetos modernos para o aterro da Praia de Belas, o projeto vencedor do concurso para o Detalhamento da Área Funcional de Preservação Cultural e Proteção da Paisagem Urbana para a Vila do IAPI (Porto Alegre/RS, 1994), não executado, evidencia a emergência de um espaço moderno dos anos 40 em franca desfiguração e a atenção redobrada ao patrimônio cultural desde os 80. Fayet anistiado voltou à Universidade como professor de Prática de Projeto de Urbanismo II (1980-91), sendo que nessa década foi um dos fundadores da Associação Brasileira de Escolas de Arquitetura – ABEA, posteriormente transformada em Ensino de Arquitetura e o principal articulador do Concurso de Trabalhos Finais de Graduação “’Opera Prima”, promovido desde 1990 até hoje.

A multiplicidade e dedicação à produção e ensino da arquitetura, só foram menores que sua veneração ao IAB. Em duas sucessivas presidências do Departamento RS, o autor do edifício sede original, promoveu sua mudança, capitaneando a obtenção junto ao Governo do Estado, do Solar Conde de Porto Alegre e deflagrando o processo de criação do Centro Cultural IAB, no centro histórico, na nova sede. “Eu gostaria de ter uma bola de cristal pra ver o Solar funcionando a mil como funcionava o IAB ali defronte a Santa Casa...” (5). Organizou importantes concursos de arquitetura, como o Muro da Mauá (1994), o Restaurante da Usina (1994), a Rua 24 horas (1995), o Parque Municipal de Canoas (1996), Porto dos Casais (1996), Calçadas do Corredor Cultural (1996), Portais do Rio Grande (1997), Porto Velho de Rio Grande (1997), revertendo alguns empreendimentos já condenados pela má condução política, como o Anexo do Teatro São Pedro (1998) e encaminhando outros, como o Teatro da OSPA (1998). No IAB-DN foi um dos principais articuladores e incansável militante pela criação do Colégio Brasileiro de Arquitetos. Condecorado com o colar de ouro, maior homenagem do Instituto, Fayet, sozinho, foi uma entidade de classe inteira.

Pego de surpresa quando chamado pelo poder judiciário para restaurar o Palácio da Justiça, de acordo com o projeto original do concurso, completando inclusive as obras de arte imaginadas inicialmente, que, contumaz fez ele mesmo, se dedicou e conduziu o trabalho de forma messiânica, produzindo, além das obras, exposições publicações e eventos. Ademais dos projetos e fiscalização da restauração, com profunda e complexa recuperação das instalações e espaços do palácio, a realização da escultura da Deusa Themis de nove metros, fundida em bronze, para a fachada da praça cívica e os quatrocentos painéis de concreto representando povo, história, cultura, episódios, lendas, terra, flora e fauna, dispostos lado a lado, no coroamento das fachadas leste e oeste, demandaram dois anos de trabalho e o uso de técnicas sofisticadas. Nada era obstáculo.

Fayet devolveu a surpresa, quando faleceu, em 19 de março de 2007, data de aniversário do IAB-RS. Permanece em todos que conviveram, sua presença.

notas

1
Este artigo é comemorativo do aniversário de 61 anos do IAB e uma homenagem aos dois anos do passamento de Fayet, ambos ocorridos no dia 19 de março.

2
FAYET, Carlos Maximiliano. Entrevista com o autor. Vídeo e cópia digitada. Porto Alegre, set. 2005.

3
Foi professor responsável pela cadeira de Grandes Composições (1961/1962), Arquitetura Analítica (Escola de Artes, 1962/1969), Teoria e Prática dos Planos de Cidade (Curso de Urbanismo 1964/1969), Perspectiva e Sombras (Escola de Artes, 1965/1968), Geometria Descritiva (Escola de Artes, 1966/1969), Teoria e Prática de Planos de Cidades (1970).

4
Idem, ibidem.

5
Idem, ibidem.

bibliografia complementar

ARAUJO, Cláudio. Entrevista com o autor. Gravação digital, Porto Alegre, abr 2007

ARQUITECTURA PANAMERICANA, Santiago do Chile, Federación Panamericanan de Asociaciones de Arquitectos, n. 004, maio 1996. Arquitetura no Brasil: depoimentos.

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ARQUITETOS de várias gerações mostram o que pensam. Projeto, São Paulo, n. 129, p. 168-178, jan./fev. 1990.

ARQUITETURA gaúcha, um panorama e algumas reflexões. Projeto, São Paulo, n. 50, abr. 1983.

ARQUITETURAS no Brasil/anos 80 – Região Sul. Projeto, São Paulo, n. 115, p. B-1- B-32, jan./fev. 1990. Cadernos Regionais.

AS RAÍZES da arquitetura gaúcha e a posição do arquiteto na sociedade. Projeto, São Paulo, n. 50, p. 36, abr. 1983.

COMAS, Carlos Eduardo Dias; MARQUES, Sergio Moacir (orgs). A segunda idade do vidro – Transparência e sombra na arquitetura moderna do cone sul americano – 1930/1970. Editora UniRitter, Porto Alegre, 2007

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SEGAWA, Hugo. Arquiteturas no Brasil 1900–1990. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1997.

XAVIER, Alberto; MIZOGUCHI, Ivan. Arquitetura Moderna em Porto Alegre. São Paulo: Pini, 1987.

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ZEIN, Ruth Verde. “As tendências das discussões do pós-Brasília”. Projeto, São Paulo, n. 53, p. 80, jul. 1983.

sobre o autor

Sergio M. Marques, arquiteto titular do Escritório Moojen & Marques AA, professor da FA/UFRGS e FAU UniRitter – Núcleo de Projetos, coordenador do Núcleo Docomomo RS, doutorando do PROPAR / FAUFRGS

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