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architexts ISSN 1809-6298


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português
A operação Prolongamento do Eixo da Castellana, em andamento em Madri, envolve a renovação e a construção de diversos equipamentos cuturais

english
The operation Extension of Castellana Axis, being developed in Madrid, involves the renovation and construction of several cultural buildings

español
El proyecto de Ampliación de la avenida Castellana en Madrid también renueva y amplia muchos edificios culturales de la ciudad


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CAMACHO, Cristina Jorge. As ampliações e velocidades do eixo da Castellana em Madri. Arquitextos, São Paulo, ano 03, n. 028.02, Vitruvius, set. 2002 <https://vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/03.028/749/pt>.

Diante da nova escala de miniaturização e estudo da matéria, diante dos avanços da microbiologia no estudo dos processos evolutivos dos seres vivos, o estudo dos elementos inertes do patrimônio urbano opta pela amplificação – ou ampliação. Sem dúvida, este fenômeno amplificador que afeta ao eixo da Castellana em Madri não é aquele dispositivo físico que permite perceber os deslocamentos muito pequenos de um objeto móvel e tampouco é o resultado de um aparato que aumenta a intensidade de um fenômeno tomando a energia de uma fonte exterior. É um processo mais simples e consiste em reproduzir fotografias, planos, textos ou edifícios em um tamanho superior ao original.

Fisicamente, a velocidade é um terceiro estado, um trânsito entre uma situação inicial e outra final, por ser a variação da posição de um móvel em um sentido determinado no que diz respeito ao tempo empregado nessa variação. Sem dúvida, o principal argumento das autoridades para intervir nas áreas modernas da cidade parece ser apenas o lado temporal da velocidade entendida como a trajetória mais rápida que podem realizar os automóveis (“esta obra economizará 1.500.000 horas de circulação ao ano e reduzirá para quatro minutos um percurso que hoje levamos no mínimo 20 minutos...”), enquanto o discurso para as zonas antigas é o deslocamento lento dos pedestres (”reduzir o impacto negativo do excesso de circulação rodada pela diminuição do tráfego privado”). Além disso, não é o automóvel um prolongamento da motricidade do pedestre? E a respeito dos pedestres da zona norte, porque o argumento não fala de melhorias na integração dos bairros contíguos ao eixo definido, ao invés de se centrar no interesse público em abandonar a zona o mais cedo possível?

1. A ampliação norte da Castellana

A Operação Prolongamento da Castellana, chamada anteriormente Operação Chamartín, ampliará o comprimento do eixo em 3,5 quilômetros desde o norte até a autopista M-40 e compreenderá mais de 300 hectares entre Chamartín e Fuencarral, determinando um novo centro econômico na cidade, com 12 torres de escritórios de 40 andares. Junto às torres se construirão 20.000 habitações (umas 2.000 serão de interesse social), 900.000 m2 destinados a escritórios e 400.000 m2 que estarão ocupados por novas zonas verdes. O consórcio da Operação é formado pelas três administrações (Ministério do Fomento, Comunidade e Prefeitura), Renfe (dona da maior parte do solo) e o Desenvolvimento Urbanístico de Chamartín (Duch), filial do banco BBVA, encarregado das obras. Este projeto esteve parado por quatro anos devido a uma polêmica entre a Prefeitura e a Comunidade (respectivamente, órgãos local e regional) para se decidir se os imóveis que se construiriam deveriam obedecer às especificações de edificabilidade do Plano General (0,6 m2 edificáveis por m2 de solo) ou se aumentava esta proporção para dotar essa parte da cidade de arranha-céus. Finalmente, a edificabilidade se situou em torno de 1,05 para tornar possível o financiamento das novas infraestruturas. Entre elas estão as melhorias na rede ferroviária que compreenderá a rede de alta velocidade que se articulará com a parte Norte da Península dentro da nova Estação de Chamartín, a ampliação das linhas de metrô números 1 e 10 com três novas estações, um melhor recapeamento das vias e um incremento do viário que dará acesso aos novos escritórios, às novas habitações e aos PAUs residenciais (Planos de Atuação Urbanística) de Las Tablas, San Chinarro e Monte Carmelo. Além disso, estão previstas duas novas transversais Leste-Oeste de Chamartín e Fuencarral que ordenarão os PAUs e as zonas leste-oeste da zona norte. Paralelamente, a Prefeitura requalificou os terrenos da Cidade Desportiva do Real Madri, num processo pouco claro, onde aconteceram até modificações da recente Lei do Solo em função de outra, a Lei de Orçamentos da Comunidade, para que se pudesse continuar com o processo, segundo denúncia do partido da oposição. Fora da legalidade, se decidiu aplicar a Lei do Solo de 2001, mas os promotores apenas estarão obrigados a ceder 53.000 m2 para áreas comuns, como estipulava a Lei do Solo de 1995. Finalmente, decidiram construir quatro torres de 45 andares na parcela que ocupa 15 hectares de uma das regiões mais caras da cidade, junto ao nó norte da autopista M-30.

2. A ampliação de um Campus da Justiça

O denominado Campus da Justiça é um complexo onde se ficarão juntos todos os órgãos judiciais que vão ser transladados pelo Governo Central: o Tribunal Superior de Justiça, a Audiência Nacional, os Juizados de Primeira Instância, Instrução e os novos Juizados Penais. Tanto a criação de um complexo único que reunirá todas as sedes judiciais, como um novo sistema informatizado, são as prioridades do Ministério de Justiça. As propostas da Comunidade de Madri pretendem centralizar os usos dispersos pela cidade, o qual libera terreno dentro do centro urbano para fins públicos e consegue que as empresas lucrem com a mudança devido à diminuição do custo por m2 construído ou alugado, que é a atual tendência das empresas de telecomunicações, que preferem vender o patrimônio imobiliário e ficar como inquilinos de outra empresa. As empresas de novas tecnologias e meios de comunicação implantadas na zona são: a Cidade da Telefónica (200.000 m2), o Centro Empresarial de Castellana Norte da Vodafone (47.000 m2) e os estúdios centrais da Telecinco, entre outras.

3. A ampliação dos equipamentos culturais da Praça de Castilla nos terrenos do Canal de Isabel II

A inauguração na primavera do 2002 da Fundação Canal de Isabel II, junto com a aprovação do projeto de Juan Navarro Baldeweg para o futuro Teatro do Canal de Madri, são alguns dados a favor dos investimentos culturais de caráter público levados a cabo pela direção do Canal. Através de um trabalho de arqueologia industrial, a Fundação ocupou uma antiga estação elevadora de água, em desuso desde finais dos anos sessenta, que foi convertida em um edifício voltado para atividades culturais e de divulgação, em colaboração com a Universidade Rei Juan Carlos. Remodelado pelos arquitetos José Ramón Méndez de Luarca e Gerardo Salvador, tem os objetivos próprios de uma Fundação: exposições, programas de divulgação, pesquisa, bolsas, publicações e arquivo.

4. A ampliação da linha 10 do metrô que comunica Novos Ministérios com o Aeroporto

Um novo trecho de 5,85 km e a transformação de duas estações metroviárias – Novos Ministérios e Colômbia – constituem a ampliação da linha 8 do metrô, que permite chegar ao aeroporto a partir de uma das zonas financeiras mais importantes da cidade. Na estação intermodal de Novos Ministérios, situado no Passeio da Castellana, chegam diversas linhas das proximidades, três linhas de metrô, incluindo a linha circular e a linha 10, na qual o Metrosur se incorporará dentro de um ano à rede geral. Dali 150.000 pessoas por dia poderão chegar ao aeroporto com a bagagem já tendo passado pelo check-in, como acontece na rede de Hong-Kong. Conta com um estacionamento subterrâneo para 150 táxis e 160 veículos, uma zona de envio de mercadorias com 32 guichês, um vestíbulo principal, uma esteira rolante de conexão entre as linhas 6 e 10 e outra de acesso direto a um centro comercial e novos acessos desde o Passeio da Castellana. Relacionado às empresas de telecomunicações que vão se instalar na zona norte, existe um projeto para estender a cobertura dos telefones celulares em toda a rede de metrô (empresa privada na qual a Comunidade tem uma participação importante). O objetivo do projeto é oferecer acesso ao serviço de telefonia móvel a 540 milhões de viajantes anuais, cuja estadia média nas instalações de metrô é por volta de 30 minutos diários. Velocidade: Castellana – Aeroporto em 12 minutos.

5. A ampliação do túnel da Praça do Doutor Castelar que comunica a rua María de Molina com a N-II em direção a Barcelona

Além dos 47 subterrâneos que existem atualmente na capital e dos outros seis em construção, a Prefeitura de Madri realizará outro grande túnel de 1.700 metros de cumprimento, numa só direção, mais os 362 metros que medirá o ramal para acessar a rua Velázquez. Com uma direção única, terá duas pistas de 3,75 metros de largura, acostamentos e calçadas, chegando a uma largura total de 11 metros, acolhendo um fluxo de 36.000 automóveis que saem diariamente pela N-II. Tudo isso em superfície, porque em subterrâneo temos o fluxo de pedestres que diariamente circulam pelas linhas de metrô nove, seis, quatro e sete que chegam a baldeação da Avenida de América e que cruzam em diferentes profundidades o traçado do túnel. Para eliminar o medo de estar dirigindo sob a terra durante quase 2 quilômetros, propuseram um circuito fechado de vigilância com 20 câmaras fixas, um acostamento de emergência de 2,70 metros em sua margem direita, calçadas de meio metro de cada lado das pistas, nove saídas de emergência para pedestres (uma a cada 300 metros), postos de SOS, um Centro de Controle e instalações de eletricidade, iluminação, megafonia, ventilação e detecção de incêndios. Velocidade: Castellana – N-II em 4 minutos.

6. A ampliação dos acessos de pedestres e a diminuição de vias para autos no Plano Especial do eixo de Recoletos – Passeio do Prado

“Transportadores” é o título do projeto ganhador do concurso convocado pela Prefeitura, que rejeita finalmente a proposta inicial de construir um túnel e de pedestrianizar todo o Passeio. É de uma equipe formada por Álvaro Siza, José Miguel Hernández de León, Carlos de Riaño, José Miguel Rueda e Fernando de Terán, com a colaboração do Carmén Añón (paisagismo) e Pedro Navascués (história), entre outros. Seguindo as previsões do Plano Geral de Madri, a proposta estabelece: diminuir o tráfego privado, recuperar a importância do pedestre, incrementar o número de museus, abrir visualmente o Jardim Botânico a partir dos extremos Leste e Sul, conectar morfologicamente a borda sul do Retiro, onde está situado o Observatório Astronômico, e prolongar o eixo cultural desde o Sudeste da cidade. Todas estas intervenções no eixo serão paralelas a outras que buscam uma melhora na integração dos bairros adjacentes com o mencionado eixo. Por outra parte, o trecho posterior ao Passeio do Prado está sendo “azulejado até o teto”, nas palavras dos diretores do Colégio de Arquitetos de Madri, ao acabar com o saibro da parte central do passeio colocando lajotas com argamassa de cimento de grande espessura que compactam e impermeabilizam o solo, prejudicando irreversivelmente o arvoredo. Também se perguntam porque se convoca um concurso internacional para o chamado “Salón del Prado”, enquanto a outra parte da Castellana (mais de dois quilômetros), não merece mais do que um croqui apresentado pela Secretaria de Obras e Infraestrutura. Velocidade: Recoletos – Passeio do Prado, sem determinar.

7. A ampliação do Museu Thyssen-Bornemisza

Com a aquisição dos dois edifícios adjacentes à atual sede, o palácio de Vistahermosa que foi reformado por Rafael Moneo, permitirá acolher, durante onze anos, a coleção privada da baronesa, formada por 700 obras cedidas que estão dispersas e necessitando de catalogação. Foi convocado um primeiro concurso restrito que fracassou porque a direção do museu modificou as bases originais ao unir ambas coleções mediante um percurso contínuo. O projeto ganhador na segunda etapa, obra da equipe de Manuel Baquero, permite a entrada de luz em todas as salas através dos extremos das novas estruturas e tem uma superfície construída de 8.000 m2, o qual significa um aumento de 50% da superfície atual do Museu. O tratamento do jardim de acesso parte da idéia de converter o pátio em um claustro aberto para o Museu do Prado.

8. A ampliação do Museu do Prado

A ampliação aprovada em 1995 supõe a construção de uma área de serviços, um edifício geminado à igreja dos Jerônimos, a ampliação do Casarão do Bom Retiro e a ocupação do Museu do Exército. O edifício principal do Museu é o Edifício Villanueva, projetado para ser Gabinete de História Natural por Juan de Villanueva em 1785, sendo inaugurado em 1819 como Real Museu de Pintura e Escultura. O primeiro anexo é o denominado “cubo” projetado por Rafael Moneo que abrigará ateliês de restauração, bibliotecas, salas de exposições temporárias e, no pátio, a reconstrução do claustro original dos Jerônimos do século XV. Ficará unida à parte traseira original do museu através de um pátio com jardins, o qual, por sua vez, acolherá bilheterias, postos de informação, guardadores, telefones, lojas, serviço médico, cafeteria e restaurante. O segundo anexo é a reforma do Casarão do Bom Retiro, edificado no século XVII para Felipe IV, que acolherá as salas da coleção permanente de pintura do século XIX. Finalmente, a terceira anexação à pinacoteca é o Palácio do Bom Retiro, que tem sido Museu do Exército desde 1841, e para ser possível a reconstrução em seu interior do Salão dos Reinos com as obras de Velázquez e Zurbarán, se trasladará sua coleção para a Fortaleza de Toledo. Por outro lado, a história contemporânea do Prado está em contínuo movimento: greves de funcionários, brigas corporativas interiores pela falta de delimitação dos poderes do Presidente da Comissão Permanente do Patronato e o Diretor do Museu, instalação da Guernica de Picasso no Casarão do Bom Retiro e o translado posterior para o Museu Rainha Sofia, goteiras na Sala Velázquez, suspensões e demissões de diretores, falta de orçamento e de serviços, áreas expositivas e serviços ao público inadequados, propostas e mais propostas de ampliações físicas do Museu.

9. A ampliação de uma praça no lugar de um posto de gasolina, adjacente à futura nova sede da Fundação La Caixa

É uma intervenção que já estava prevista no Plano Especial do Eixo Recoletos – Passeio do Prado com a intenção de se alcançar uma melhor fluidez na conexão do mencionado eixo com os bairros próximos, sendo uma das entradas através da rua Huertas, que ligaria com a Porta do Sol e a Praça Maior. Para ampliar a desembocadura da rua ao Passeio se abre uma praça, mudando o posto de gasolina existente para outra zona, sabendo, além disso, que diante da futura praça está prevista a abertura de uma nova sede da Fundação La Caixa. Um apoio a mais à área museológica.

10. A ampliação do Museu Centro de Arte Reina Sofía

Já terminaram as obras de demolição das antigas dependências anexas ao Hospital Geral de Madri projetado por Sabatini no século XVIII e continua o processo construtivo com a concretagem do projeto ganhador, de autoria de Jean Nouvel, cuja finalização está prevista para o mês de março de 2004. Numa visita ao lugar, posterior ao julgamento do concurso, o arquiteto francês sugeriu a idéia de ampliar a intervenção desde a zona degradada perimetral e canalizar de forma saudável os fluxos de pedestres e viários. O projeto modifica o solo aumentando a largura da calçada da Ronda de Atocha, que passam a ter 12 metros, e acondiciona uma plataforma de descarga e acessos subterrâneos para o estacionamento pela parte posterior da ampliação. A cobertura de aço cortén cobre totalmente a superfície do terreno: 9000 m2.

Várias turbulências parecem acometer o eixo da cidade, provocando desvios de fluxos que remetem aos estudos sobre a resistência e a descarga de fluídos. Observando o método de trabalho dos laboratórios desperta uma fascinação pelo panorama que se observa no campo do muito pequeno (transistores de um só átomo, máquinas moleculares, robôs diminutos e a compreensão de processos de interesse industrial como a catálise) que permite passar dos micrômetros ou milionésimos de metro à escala dos nanômetros, como passo natural de uma escala a outra. A nanotecnologia é uma mescla de ciência e tecnologia que serve a outras muitas ciências, como podem ser a física, a biologia e a química. Afeta a todos os mercados e de fato se está aplicando já, apenas que se aplica sobretudo em áreas pouco espetaculares. Apesar disso, seu efeito é profundo, não apenas no campo do desenvolvimento científico mas também nas aplicações comerciais. São estas investigações, que integram componentes e funções em um mesmo espaço, as que produzem avanços que logo após se ampliam a todas as aplicações. Este método de trabalho que atua fora, dentro e fora do laboratório estende umas largas e estreitas redes até áreas como a arquitetura ou intervenções urbanas como as que se realizarão na Castellana. Sendo o espírito da miniatura ampliar o detalhe até fundi-lo com o todo, o pequeno se converte em uma forma de pensar.

sobre autor

Cristina Jorge Camacho. Arquiteta ETSAM (Escuela Técnica Superior de Arquitectura de Madri) 1995. Bolsa Erasmus Istituto Universitário di Architettura di Venezia 1992/1993. Bolsa CEHOPU (Centro de Estudios Históricos de Obras Públicas e Urbanismo), CEDEX, 1995-1999. Pós-graduação: Plano de Organização Territorial de Montevidéu e Plano Especial da Baía na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Uruguai, 1997-1998 e colaboração no Trabalho de Graduação Interdisciplinar da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de Campinas, Brasil, 1999. Pós-graduação: doutorado ETSAM e preparação da tese dirigida por Iñaki Ábalos no Departamento de Projetos Arquitetônicos, 1997-2001

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