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my city ISSN 1982-9922

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Em crônicas escritas durante andanças pela cidade, Abilio Guerra comenta aspectos diversos da vida urbana – árvores, garoa, feira livre, clima, torres, ciclovia, transformações urbanas etc. –, sempre buscando algum ensinamento.

how to quote

GUERRA, Abilio. Dez cenas paulistanas. Crônicas de andarilho 2. Minha Cidade, São Paulo, ano 15, n. 180.02, Vitruvius, jul. 2015 <http://vitruvius.com.br/revistas/read/minhacidade/15.180/5595>.



Da escada urbana

ontem à noite caminhávamos eu e a Silvana Romano pela rua da Consolação na companhia de Pedro Paulo de Melo Saraiva. Interrompendo um raciocínio, o grande arquiteto da chamada Escola Paulista disse abruptamente: "que mania temos em cobrir escadas urbanas". Ele estava se referindo à cobertura da boca da escada que serve a passagem subterrânea posicionada quase na esquina da Avenida Paulista. Lembrei-me na hora de um comentário que faço em aula quando apresento aos meus alunos as Maisons Loucheurs de Le Corbusier: "na sempre complexa relação entre cidade e casa, Le Corbusier prefere levar a cidade até a soleira da porta de entrada; é um pouco estranho, mas temos que concordar que em algum momento o morador abrirá o guarda-chuva em um dia de chuva e não há nenhum grande problema que o faça ao sair de casa, como ocorre quando saímos de um ônibus urbano”. Se tomarmos meu comentário como complemento ao de Saraiva, coloca-se a questão: a radicalidade corbusiana não seria exagerada em um país tão chuvoso como o nosso? Se tais coberturas se comportam como trambolhos no contexto urbano já congestionado da metrópole, onde caminhar nas calçadas significa se desviar dos infinitos obstáculos – postes com finalidades diversas, totens de sinalização, telefones públicos, bancos, floreiras, bancas de jornal, caixas de telefonia etc. –, por outro lado a cobertura da escada transforma o espaço do acesso em uma varanda provisória, onde podemos abrir e fechar guarda-chuvas, esperar um conhecido, aguardar a precipitação furiosa amainar ou até mesmo vestir uma capa de chuva. Vou pensar melhor antes de tratar desta questão com meus alunos...

[25 junho 2015]

Da ciclovia

Ciclovia na Avenida Paulista, São Paulo
Foto Abilio Guerra

Houve um tempo no qual gostei muito de Caetano Veloso, como artista e como pensador. Disse ele certa feita: "o Brasil vai dar certo porque eu quero que dê certo". A frase poderia ser tomada como megalomaníaca se não houvesse este complemento: "mas pode não dar certo, como vários países que nunca aconteceram". Me identifico com esse otimismo sóbrio e pedestre: antes errar pensando o bem comum do que torcer para o fracasso alheio. Posso então caetanear o que há de bom: "as ciclovias e as ciclofaixas vão dar certo porque eu quero que dê certo, mas..." O fracasso não seria apenas alheio – leia-se prefeito Fernando Haddad –, mas de todos nós, que acreditamos ser possível uma cidade mais humana e inclusiva. É fácil imaginar o amplo contingente que se beneficiará em todos os quadrantes da cidade dessa infraestrutura que, mesmo não sendo panaceia para todos os males, traz benefícios incalculáveis: menor congestionamento, diminuição da poluição e melhoria das condições físicas dos ciclistas – portanto, maior saúde individual e coletiva –, menos stress, mais mobilidade para quem hoje anda a pé, mais interação com a cidade... (evidentemente temos também problemas – acidentes, conflito com pedestres etc. –, mas creio que contornáveis). Em suma, assim como o Brasil do Caetano não é “alheio” e não é um Outro a quem podemos desejar o fracasso, minha São Paulo também não. Eu não vou jamais entrar na fila dos apedrejadores, principalmente quando o alvo for movido por boa fé, inteligência e determinação, seguramente caso do atual prefeito.

[24 junho 2015]

Das torres

Torres no espigão das Avenidas Paulista e Doutor Arnaldo, São Paulo
Foto Abilio Guerra

São dezenas as torres que coroam o espigão por onde correm as avenidas Paulista, Doutor Arnaldo e Heitor Penteado, e são muitas as histórias que as cercam. As ondas que irradiam causariam câncer, danos mentais irreversíveis e até mesmo queda de cabelo ou impotência. Suas presenças seriam motivo do gabarito máximo de 22 pavimentos na Paulista para alguns, para outros trata-se de um sistema de telecomunicações à beira do colapso por redundância na troca de terabytes... São todas elas lendas urbanas, creio eu. As torres, que transmitem sinais digitais de televisões, rádios, internet e infodados diversos, estão em sua maioria encimando edifícios altos, mas duas delas se lançam diretamente do solo (salvo engano, as TVs Cultura e Bandeirantes). São boas de olhar, são ótimas para fotografar. Contudo, na minha lenda pessoal as torres têm outro significado. Cada vez que chegava do interior pela Rodovia Bandeirantes – dei aula em Campinas por quase duas décadas – ao avistá-las murmurava tranquilo: "estou quase em casa!". Cada um tem o símbolo de pertencimento que pode. Ou que merece.

[23 junho 2015]

Da faixa de pedestre

Faixa de pedestres na diagonal, esquina das Ruas da Consolação e Maria Antônia, São Paulo
Foto Abilio Guerra

Andar a pé é uma cultura quase nula em São Paulo. Na cabeça de quase todo pedestre habita uma ciclotimia digna de um maníaco-depressivo. Quando eufórico, pensa que tudo pode e enfrenta com destemor e arrogância as cavalarias de automóveis. Mas, quando bate a depressão, qualquer fusquinha desbotado fora de linha torna-se um opressor Porsche amarelo. O poder público acalenta as manias do coitado. Nas faixas da Avenida Paulista sinaliza sem dó: "o automóvel é rei!", diz sarcástico antes de obrigá-lo a caminhar 40 metros a mais para atravessar a autopista (para quem não sabe, na Paulista toda faixa de pedestre foi deslocada da esquina para privilegiar os automóveis...). Mas os engenheiros de tráfego pensam coisas boas, caso da excelente ideia da faixa diagonal nas avenidas, como se vê no cruzamento da Maria Antônia com Consolação. Ela poderia facilitar a vida do pedestre apressado evitando-lhe o pedágio do canteiro central e dos sinaleiros intermediários. Poderia! Na prática atual, ao invés de um inteligente e educado sinaleiro com contagem regressiva que permitiria ao pedestre calibrar a velocidade dos passos, cada travessia transforma o incauto em aventureiro à beira do atropelamento, pois o sinal torna-se vermelho piscante tão logo coloca os pés na rua. São apenas dois exemplos no meio dos meus percursos cotidianos. Neles, todos os dias, fico com ódio ou com medo dos automóveis. Sou um pedestre ciclotímico

[20 junho 2015]

Do clima

Vista da Rodovia dos Bandeirantes, São Paulo
Foto Abilio Guerra

Cortada pela linha imaginária do Trópico de Capricórnio, São Paulo deveria ser uma cidade “tropical”. Como nossos fundadores se esconderam na montanha por medo e pouca preguiça, os 760 metros de altura média adulteram o prognóstico climático (a Avenida Paulista chega a 830 metros de altitude, o Pico do Jaraguá – por onde passa o trópico – tem 1.135 metros). Somente na última semana tivemos frio intenso, calor de camiseta hering, uma quase garoa, a chuva nossa de cada dia, amiga do peito, e até lua minguante... Estrelas... bem, estrelas é pedir demais. Hoje temos um sol radioso, cintilante, confirmando minha teoria de meteorologista amador: São Paulo não é tropical, nem temperada; aqui reina o clima anárquico!

[18 junho 2015]

Da esquina do Adoniran

Semáforo para pedestres com a imagem de Adoniram Barbosa, esquina da Avenida Barbosa e Rua Conselheiro Carrão, São Paulo
Foto Abilio Guerra

Vi algumas vezes Adoniran Barbosa na mesma esquina do Bixiga, encruzilhada que habita meu "caminho da boiada" particular. Sempre de camisa xadrez de franela, chapéu e cachecol, tomando o sol de finzinho de tarde. A situação única me faz pensar se ele era um cara rotineiro ou se minha memória revisitou tantas vezes o fato único que o multiplicou. Quantas músicas lindas cantando e contando a dor e o prazer do homem comum, quase sempre remediado, com uma esperteza ingênua de dar dó ("sou filho único, minha mãe não dorme enquanto eu não chegar"). Falava do povo, com a fala do povo. Noutra esquina do bairro o sinal de pedestre convoca nossas lembranças. Que bom ver cultuada a memória dos nossos verdadeiros heróis.

[17 junho 2015]

Da feira livre

Feira na rua Cardeal Leme, Bela Vista, São Paulo
Foto Abilio Guerra

Centenária e genuína manifestação popular, a feira livre acontece em todas as zonas de São Paulo. A padronização ocorrida ao longo dos anos tirou um pouco de sua graça, mas ela continua sendo excelente aula prática de arquitetura e urbanismo. As cores e padrões variados das lonas que cobrem as barracas trazem leveza, movimento e alegria para espaços públicos caóticos e desagradáveis. Num monta e desmonta sem fim, realiza no improviso e na mutação as qualidades da arquitetura efêmera. Vivo fosse, Frei Otto não viria cantar de galo neste terreiro que já tem seus reis! Mas as feiras livres perde aos poucos o vigor de outros tempos. E não adianta chamar o serviço de patrimônio para tombar barracas ou receitas: patrimônio imaterial, ela é a somatória de múltiplos fatores, cimentados pela apropriação coletiva do espaço público. Na dúvida, comam muitos pasteis fritos na hora por improváveis japoneses pois sua extinção não está fora do script...

[16 junho 2015]

Da garoa

Vista do centro de São Paulo
Foto Abilio Guerra

Na minha infância era uma festa vir a São Paulo nas férias do meio de ano. À noite era possível, sem repreensões dos tios, fazer fogueira de festa julina nos terrenos baldios do Jabaquara, que serviam de campinho de futebol durante o dia. Mas o melhor mesmo era a garoa gelada, um véu translúcido tremulejante que nem caía nem subia, apenas flutuava e grudava na cara. Quem chama de garoa esta medíocre precipitação de gotículas que nos acomete nesta época do ano não sabe do que está falando. Hoje, assim como os terrenos baldios do Jabaquara abriram espaço para a rodovia que vai para o litoral, a garoa da minha meninice caipira desapareceu. Mudança na cidade, no clima e também na sociedade, pois sumiu também um modo de vida, onde crianças tinham direito a habitar a cidade.

[15 junho 2015]

Da camuflagem urbana

Bancas de flores na frente do Cemitério do Araçá, São Paulo
Foto Abilio Guerra

Ao se escolher um termo incomum na semântica do urbanismo, vem junto os riscos inerentes à metáfora. Camuflagem é uma estratégia usada por homens e animais belicosos para espreitar, atacar e matar seus inimigos. Contudo, para quem se camufla, é um desejo de pertencer ao meio que lhe é exótico. Serve aqui apenas esta metade da metáfora. As bancas de flores enfileiradas na Avenida Doutor Arnaldo constituem uma camuflagem urbana. Por detrás delas corre um muro anódino, que anuncia a todos o inevitável, o familiar que recalcamos tão fundo que se torno o estranho (“Das Unheimlich”, diria Freud). O colorido das flores expostas nos quiosques metálicos esconde cruzes e estátuas encarapitadas nos túmulos do cemitério do Araçá, que olham a cidade por cima da muralha. Vladimir Bartalini, paisagista e amigo, me alertou sobre esta maravilha há mais de duas décadas (comentário bom não se esquece). O resto é por minha conta.

[14 junho 2015]

Da árvore

Árvore na Alameda Campinas, São Paulo
Foto Abilio Guerra

O que mais me encanta nas árvores não é o verde de suas copas ou o colorido de suas flores. O que eu gosto mesmo é da variedade imensa da estrutura dos seus troncos e galhos. As estruturas definidas pela evolução das espécies servem a propósitos diversos, para captar mais sol com copas largas e fechadas, para brigar por espaços exíguos com troncos espetados e magros como estandartes... Mas o fascínio se impõe quando observo galhos que se retorcem num emaranhado de curvas cuja lógica escapa ao geômetra e ao arquiteto. Em uma cidade construída no esquadro de 90 graus, cada árvore faz diferença.

[13 junho 2015]

nota

NA – Segundo artigo da série “Crônicas de andarilho”, com coletânea de pequenos textos originalmente publicados no Facebook de forma isolada. Ver:

GUERRA, Abilio. Cinco cenas paulistanas. Crônicas de andarilho 1. Minha Cidade, São Paulo, ano 15, n. 179.01, Vitruvius, jun. 2015 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/minhacidade/15.179/5561>.

GUERRA, Abilio. Dez cenas paulistanas. Crônicas de andarilho 2. Minha Cidade, São Paulo, ano 15, n. 180.02, Vitruvius, jul. 2015 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/minhacidade/15.180/5595>.

GUERRA, Abilio. Sete cenas paulistanas: a velocidade nas marginais e outros assuntos. Crônicas de andarilho 3. Minha Cidade, São Paulo, ano 16, n. 181.03, Vitruvius, ago. 2016 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/minhacidade/16.181/5637>.

GUERRA, Abilio. Sete cenas paulistanas: caipirice, regionalismo, erudição, cidadania, obra pública e mobiliário urbano. Crônicas de andarilho 4. Minha Cidade, São Paulo, ano 16, n. 183.01, Vitruvius, out. 2015 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/minhacidade/16.183/5735>.

GUERRA, Abilio. Dez cenas paulistanas: bicicletas, escadarias, caminhadas, rios ocultos, escolas, resiliência, diálogo. Crônicas de andarilho 5. Minha Cidade, São Paulo, ano 16, n. 185.02, Vitruvius, dez. 2015 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/minhacidade/16.185/5830>.

GUERRA, Abilio. Sete cenas paulistanas: lixo, lixeiros, orelhão, quadro com vidro trincado, estátuas urbanas, praia de asfalto e Mario de Andrade. Crônicas de andarilho 6. Minha Cidade, São Paulo, ano 16, n. 187.03, Vitruvius, fev. 2016 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/minhacidade/16.187/5932>.

GUERRA, Abilio. Memórias do futuro: sobre a recusa de se ver o óbvio. Crônicas de andarilho 7. Drops, São Paulo, ano 17, n. 103.02, Vitruvius, abr. 2016 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/drops/17.103/5982>.

GUERRA, Abilio. Oito cenas paulistanas: política, política cultural e urbanidade. Crônicas de andarilho 8. Minha Cidade, São Paulo, ano 16, n. 191.03, Vitruvius, jun. 2016 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/minhacidade/16.191/6050>.

GUERRA, Abilio. Do nome das coisas: qual o motivo para mudar o nome do Elevado Costa e Silva? Crônicas de andarilho 9. Minha Cidade, São Paulo, ano 17, n. 193.06, Vitruvius, ago. 2016 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/minhacidade/17.193/6167>.

GUERRA, Abilio. Do vizinho: como Jacques Tati e Michel Foucault podem explicar a boçalidade do novo-riquismo. Crônicas de andarilho 10. Drops, São Paulo, ano 17, n. 112.06, Vitruvius, jan. 2017 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/drops/17.112/6383>.

GUERRA, Abilio. Do higienismo: sobre as práticas urbanísticas do século 19 em pleno século 21. Crônicas de andarilho 11. Minha Cidade, São Paulo, ano 17, n. 198.04, Vitruvius, jan. 2017 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/minhacidade/17.198/6385>.

GUERRA, Abilio. Do gênero na fala popular. Crônicas de andarilho 12. Arquiteturismo, São Paulo, ano 11, n. 122.05, Vitruvius, maio 2017 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquiteturismo/11.122/6540>.

GUERRA, Abilio. Do táxi. Crônicas de andarilho 13. Minha Cidade, São Paulo, ano 17, n. 202.05, Vitruvius, maio 2018 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/minhacidade/17.202/6541>.

GUERRA, Abilio. Três crônicas sobre a arte e a vida. Crônicas de andarilho 14. Minha Cidade, São Paulo, ano 18, n. 206.05, Vitruvius, set. 2017 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/minhacidade/18.206/6712>.

GUERRA, Abilio. Do sadomasoquismo. Crônicas de andarilho 15. Drops, São Paulo, ano 18, n. 124.01, Vitruvius, jan. 2018 < www.vitruvius.com.br/revistas/read/drops/18.124/6820>.

GUERRA, Abilio. Do cordão de isolamento: ano novo, realidade arcaica. Crônicas de andarilho 16. Arquiteturismo, São Paulo, ano 11, n. 129.06, Vitruvius, dez. 2017 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquiteturismo/11.129/6822>.

GUERRA, Abilio. Do choro – entre lágrimas e música. Crônicas de andarilho 17. Minha Cidade, São Paulo, ano 18, n. 212.04, Vitruvius, mar. 2018 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/minhacidade/18.212/6923>.

GUERRA, Abilio. Da cavalaria de hoje e de antigamente. Crônicas de andarilho 18. Drops, São Paulo, ano 18, n. 126.06, Vitruvius, mar. 2018 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/drops/18.126/6926>.

GUERRA, Abilio. Da inveja infame: a trajetória histórica de Lula e a viagem pela metrópole de um casal qualquer. Crônicas de andarilho 19. Arquiteturismo, São Paulo, ano 12, n. 133.03, Vitruvius, abr. 2018 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquiteturismo/12.133/6953>.

GUERRA, Abilio. Do andaime. Crônicas de andarilho 20. Arquiteturismo, São Paulo, ano 12, n. 134.04, Vitruvius, maio 2018 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquiteturismo/12.134/6984>.

GUERRA, Abilio. Da dobradura. Crônicas de andarilho 21. Drops, São Paulo, ano 18, n. 129.05, Vitruvius, jun. 2018 <http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/drops/18.129/7033>.

GUERRA, Abilio. Das estradas da vida. Crônicas de andarilho 22. Arquiteturismo, São Paulo, ano 12, n. 136.05, Vitruvius, jul. 2018 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquiteturismo/12.136/7049>.

GUERRA, Abilio. Da ilha longínqua. Crônicas de andarilho 23. Arquiteturismo, São Paulo, ano 12, n. 137.05, Vitruvius, ago. 2018 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquiteturismo/12.137/7079>.

GUERRA, Abilio. Dos sem teto. Crônicas de andarilho 24. Drops, São Paulo, ano 19, n. 134.02, Vitruvius, nov. 2018 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/drops/19.134/7164>.

GUERRA, Abilio. Da casa prototípica. Crônicas de andarilho 25. Arquiteturismo, São Paulo, ano 12, n. 140.05, Vitruvius, nov. 2018 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquiteturismo/12.140/7165>.

sobre o autor

Abilio Guerra é professor de graduação e pós-graduação da FAU Mackenzie e editor, com Silvana Romano Santos, do portal Vitruvius e da Romano Guerra Editora.

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