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interview ISSN 2175-6708

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O roteirista e cineasta Kleber Mendonça Filho é entrevistado por Abilio Guerra, Caio Guerra, Magaly Corgosinho, Maeve Jinkings e Roberto Gervitz no primeiro episódio do segundo ano do programa Transa Marieta.

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GUERRA, Abilio; GUERRA, Caio; CORGOSINHO, Magaly; JINKINGS, Maeve; GERVITZ, Roberto. Kleber Mendonça Filho, o arquivador de emoções. Transa Marieta – ano 2, episódio 11. Entrevista, São Paulo, ano 22, n. 086.01, Vitruvius, maio 2021 <https://vitruvius.com.br/revistas/read/entrevista/22.086/8077>.


Kleber Mendonça Filho
Foto Emilie Lesclaux

Kleber Mendonça Filho

Formado em jornalismo pela Universidade Federal de Pernambuco, tem um trabalho abrangente como crítico e programador. Foi responsável pelo setor de cinema da Fundação Joaquim Nabuco durante 18 anos, e escreveu para o Jornal do Commercio, no Recife e outros veículos como a revista Continente e Folha de S.Paulo. É também diretor artístico do Janela Internacional de Cinema do Recife e curador do departamento de cinema do Instituto Moreira Salles. Como realizador, migrou do vídeo nos anos 1990, quando experimentou com ficção, documentário e videoclipes, para o digital e o 35mm na década de 2000. Seus curtas metragens (Vinil verde, Eletrodoméstica, Recife Frio, entre outros) receberam mais de 100 prêmios no Brasil e no exterior. Sua primeira experiência no longa metragem é o documentário Crítico (2008), realizado ao longo de nove anos. O Som ao Redor (2012) foi seu primeiro longa-metragem de ficção, exibido em mais de 100 festivais internacionais, lançado comercialmente em 14 países, e vencedor de 32 prêmios. O filme foi o representante brasileiro no Oscar 2014 e considerado “Um dos 10 Melhores Filmes do ano” pelo jornal The New York Times. Aquarius (2016), seu segundo longa, teve uma carreira ainda mais prestigiosa, estreando na competição do Festival de Cannes e distribuído em mais de 100 países. Em 2018, codirigiu o longa Bacurau (com Juliano Dornelles), que estreou na competição do Festival de Cannes em maio de 2019 e ganhou o Prêmio do Júri.

Maeve Jinkings
Foto divulgação

Maeve Jinkings

Formada em Comunicação Social pela Universidade da Amazônia (PA), e em Artes Dramáticas pela Escola de Artes Dramáticas da USP – EAD, com passagem pela escola do Centro de Pesquisa Teatral do diretor Antunes Filho. Estreia como atriz de cinema no longa metragem Falsa Loura, de Carlos Reichembach, ainda durante os estudos, período em que se dedicou muito ao teatro. Participou de filmes prestigiados do cinema brasileiro, como os longas O Som ao Redor (2013), de Kleber Mendonça Filho, Amor Plástico e Barulho (2014) de Renata Pinheiro, Boi Neon (2016) de Gabriel Mascaro; Aquarius (2016), também de Kleber Mendonça Filho, A Torre (2019) de Sergio Borges, Açúcar (2018) de Renata Pinheiro e Sergio Oliveira. Além de uma extensa carreira na teledramaturgia brasileira, na TV Globo, como na novela A Regra do Jogo, A Dona do Pedaço e nas séries Onde Nascem os Fortes e Todas as Mulheres do Mundo. Atualmente Maeve se prepara para protagonizar Pedágio, primeiro longa metragem da realizadora Carolina Markowicz (SP), a ser filmado em maio de 2021. Participou como Diretora de Narração nos filmes Guaxuma (2017) de Nara Normande, Por Trás da Linha de Escudos (2018) de Marcelo Pedroso e Zona Árida de Fernanda Pessoa (2019). Foi preparadora de elenco no curta metragem Sem Coração (2014), dirigido por Tião e Nara Oliveira, vencedor do Troféu Illy de Melhor Curta na prestigiada Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes.

Magaly Corgosinho
Foto divulgação

Magaly Corgosinho

Graduada em Comunicação Social – Jornalismo (Universidade Federal de Goiás, 2007), com especialização em Gestão de Projetos Culturais (USP-SP), se apaixonou pelo cinema no longínquo ano de 2004, quando, ainda jornalista em formação na Universidade Federal de Goiás, foi sacudida por Close-Up, de Abbas Kiarostami. De lá para cá, se dedica ao estudo do cinema documentário brasileiro, se aprofundou na narrativa kiarostâmica e pesquisa a produção de cineastas indígenas. Segue sonhando ser uma mulher de Almodóvar.

Roberto Gervitz
Foto Bob Wolfenson

Roberto Gervitz

Diretor e roteirista, estreou em longa metragem com o documentário Braços Cruzados, Maquinas Paradas (1978), em parceria com Sérgio Toledo, Prêmio Especial do Júri no Festival de Leipzig-79 e representante do Brasil no Fórum do Festival de Berlim. Feliz Ano Velho (1987), seu primeiro filme de ficção, recebeu sete prêmios entre os quais o de Melhor Filme para o Júri Popular, Melhor Roteiro (escrito por Gervitz) e Prêmio Especial do Júri, no Festival de Gramado 1988. Jogo Subterrâneo (2005) teve sua estreia mundial no Festival de San Sebastian e participou de inúmeros festivais internacionais. Em 2013 dirige e roteiriza Prova de Coragem, inspirado no livro Mãos de Cavalo de Daniel Galera. Para Renato Tapajós, roteiriza e edita os documentários Linha de Montagem (1981) Em Nome da Segurança Nacional (1984). Em 1990, dirige a 2a unidade de Brincando nos Campos do Senhor, de Hector Babenco. Para a televisão, conceituou a série Gente Que Faz, que esteve no ar por quatro anos (1992-1995), e dirigiu quatro dos dez episódios da série Carandiru, Outras Histórias (2005), também de Hector Babenco. De 2006 a 2010, desenvolve roteiros para produtores brasileiros e americanos independentes. Atualmente escreve com Bernardo Carvalho seu novo filme de ficção Yaguar.

Caio Guerra
Foto Tommaso Protti

Caio Guerra

Roteirista, montador e diretor cinematográfico, formado no Curso de Cinema da FAAP em 2014. É co-diretor do espaço cultural Marieta e sócio diretor da Irmãos Guerra Filmes, onde escreveu e dirigiu diversos filmes, publicidades e videoclipes – com os quais ganhou prêmios nacionais e internacionais, incluindo diversos prêmios de Melhor Roteiro e Melhor Videoclipe Brasileiro pelo MIS e Fest CLIP entre os anos de 2014 e 2017. Vencedor do edital Proac 21/2014 para desenvolvimento de roteiro. Em 2017, se especializou em roteiro com o Course TV Writing Intensive, ministrado por Joe Cacaci, professor na School of the Arts da Columbia University (NYC). Em janeiro de 2019, foi assistente da roteirista Julia Priolli durante o Curso de Roteiro para Série de Televisão no Centro Cultural B_arco. Atualmente, ministra o curso livre de roteiro intensivo “A Jornada do Roteirista”, atualmente em sua décima edição, e coordena dois Grupos de Desenvolvimento de Roteiro pelo Marieta.

Abilio Guerra
Foto Silvana Romano

Abilio Guerra

Arquiteto, mestre e doutor em História, professor da FAU Mackenzie. Membro fundador do projeto Marieta, é editor da Romano Guerra Editora e do Portal Vitruvius ao lado de Silvana Romano. É autor dos livros Rino Levi – arquitetura e cidade (com Renato Anelli e Nelson Kon, 2001), O primitivismo em Mario de Andrade, Oswald de Andrade e Raul Bopp (2010), Arquitetura brasileira: viver na floresta (2011) e Arquitetura e natureza (2017).

Entrevista

A entrevista com Gilberto Gil ocorreu no dia 6 de outubro de 2020, terça-feira, das 17h00 às 18h15. O encontro ocorreu virtualmente, via Zoom, e foi transmitido ao vivo no Facebook, na página do projeto Marieta (www.facebook.com/projetomarieta), com as participações dos entrevistadores Chico César, Djamila Ribeiro, Keyna Eleison e Luiz Fernando de Almeida, com mediação de Abilio Guerra e Giovanni Pirelli e participação do público, que encaminhou antecipadamente perguntas por escrito, material que serviu de base e referência para as perguntas.

Transa Marieta

A primeira temporada do programa Transa Marieta começou no dia 20 de abril de 2020, no segundo mês após a decretação de pandemia de Coronavírus pela Organização Mundial de Saúde. Até o mês de dezembro foram dez programas, envolvendo entrevistados, entrevistadores, mediadores e equipe térrea. A segunda temporada do programa começou no dia 12 de abril de 2020. Os episódios do Transa Marieta, publicados na revista Entrevista do portal Vitruvius, são os seguintes:

#1 – Milton Hatoum (com Augusto Massi, Julia Bussius e Abilio Guerra)

#2 – Arrigo Barnabé (com Carla Camurati, Luiz Gê, João Sampaio, Paulo Sampaio e Abilio Guerra)

#3 – Erminia Maricato (com Celso Sampaio, João Sette Whitaker, Lizete Rubano e Abilio Guerra)

#4 – Danilo Santos de Miranda (com Marta Bogéa, Abilio Guerra e Giovanni Pirelli)

#5 – Ailton Krenak (com Isa Grinspum, Marco Altberg, Suely Rolnik e Abilio Guerra)

#6 – Zé Celso Martinez Corrêa (com Cafira Zoé, Casé Angatu, Marcelo Dalourzi, Marília Gallmeister e Giovanni Pirelli)

#7 – Gilberto Gil (com Chico César, Djamila Ribeiro, Keyna Eleison, Luiz Fernando de Almeida, Abilio Guerra e Giovanni Pirelli)

#8 – Carmen Silva (com Bruno Ramos, Débora Sanches, Eliane Caffé, Luiz Gonzaga “Gegê” da Silva e Giovanni Pirelli)

#9 – José Miguel Wisnik (com Eucanaã Ferraz, Evandro Camperom e Abilio Guerra)

#10 – Heloisa Buarque de Hollanda (com Giovanni Pirelli, Adriana Ferreira, Clara Alvim, Francisco Alvim e Stephanie Ribeiro)

#11 – Kleber Mendonça Filho (com Abilio Guerra, Caio Guerra, Magaly Corgosinho, Maeve Jinkings e Roberto Gervitz)

Os episódios do Transa podem ser acessados também no canal Youtube do projeto Marieta, clicando aqui.

Filmografia de Kleber Mendonça Filho

2019 – Bacurau (longa-metragem, codirigido com Juliano Dornelles)

2016 – Aquarius (longa-metragem / direção de arte Juliano Dornelles)

2015 – A Copa do Mundo no Recife (documentário)

2013 – O Som ao Redor (longa-metragem / direção de arte Juliano Dornelles)

2009 – Recife Frio (curta-metragem / direção de arte Juliano Dornelles)

2008 – Crítico (documentário)

2006 – Noite de Sexta, Manhã de Sábado (curta-metragem)

2005 – Eletrodoméstica (curta-metragem)

2004 – Vinil Verde (curta-metragem)

2002 – A Menina do Algodão (curta-metragem)

1997 – Enjaulado (curta-metragem)

Kleber Mendonça Filho no portal Vitruvius

BOTTURA, Roberto. Arquitetura e resistência em Aquarius. Resenhas Online, São Paulo, ano 16, n. 184.04, Vitruvius, abr. 2017 <https://vitruvius.com.br/revistas/read/resenhasonline/17.184/6506>.

BALDAM, Rafael; MOREIRA, Tomás. Formas do medo na cidade. Um estudo a partir de representações cinematográficas. Arquitextos, São Paulo, ano 21, n. 241.01, Vitruvius, jun. 2020 <https://vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/21.241/7774>.

GHIONE, Roberto. A cidade ao redor. Resenhas Online, São Paulo, ano 12, n. 143.02, Vitruvius, nov. 2013 <https://vitruvius.com.br/revistas/read/resenhasonline/12.143/4947>.

GUERRA, Abilio. Deus e o diabo no Fausto de Goethe. Ou sobre quando Bacurau deglutiu Hans Staden. Resenhas Online, São Paulo, ano 18, n. 212.06, Vitruvius, ago. 2019 <https://vitruvius.com.br/revistas/read/resenhasonline/18.212/7458>.

GUERRA, Caio. Bacurau. Anatomia de uma revolução. Resenhas Online, São Paulo, ano 20, n. 232.03, Vitruvius, abr. 2021 <https://vitruvius.com.br/revistas/read/resenhasonline/20.232/8064>.

NOSEK, Helena. Aquarius, um mergulho de cabeça nas raízes do Brasil. Resenhas Online, São Paulo, ano 15, n. 177.04, Vitruvius, set. 2016 <https://vitruvius.com.br/revistas/read/resenhasonline/15.177/6202>.

PEIXOTO, João Paulo Campos. O som ao redor e a nova roupagem do coronelismo brasileiro. Resenhas Online, São Paulo, ano 16, n. 181.03, Vitruvius, jan. 2017 <https://vitruvius.com.br/revistas/read/resenhasonline/17.181/6380>.

QUEIROZ, Carlos Eduardo Japiassú de; NÓBREGA, Maria de Lourdes Carneiro da Cunha. O Recife d’O som ao redor’. Cidade de muros. Minha Cidade, São Paulo, ano 17, n. 202.01, Vitruvius, maio 2017 <https://vitruvius.com.br/revistas/read/minhacidade/17.202/6519>.

SANTOS, Cecília Rodrigues dos; LAGE, Claudia. Salvem Estelita! Patrimônio cultural do Brasil em risco. Arquitextos, São Paulo, ano 21, n. 248.04, Vitruvius, jan. 2021 <https://vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/21.248/8001>.

SENS, Caio. Um estranho no condomínio. Apontamentos acerca de O som ao redor, de Kléber Mendonça Filho. Resenhas Online, São Paulo, ano 14, n. 166.02, Vitruvius, out. 2015 <https://vitruvius.com.br/revistas/read/resenhasonline/14.166/5767>.

Caio Guerra, Helena Guerra, Silvana Romano, Abilio Guerra e Giovanni Pirelli, fundadores do centro cultural Marieta
Foto divulgação

Projeto Marieta

O projeto Marieta é um centro cultural comunitário colaborativo, fundado em 2015 com a proposta de ser um espaço de pesquisa, difusão e produção de arte e cultura contemporânea. A diretoria e conselho curatorial é da responsabilidade do coletivo formado por Abilio Guerra, Caio Guerra, Giovanni Pirelli, Helena Guerra, Silvana Romano Santos. Atualmente conta com as participações de Lucas Minari (tuttofare), Magaly Corgosinho e Neliane Simioni (assessoria de imprensa); Marcella Arruda e Marina Frúgoli (pesquisadoras residentes); Ana Júlia Travia, Julia Rantigueri, Julia Zylbersztajn, Pedro Santiago e Paula Monroy (colaboradores internos); André Scarpa, Bianca Leite, Felipe Rodrigues, Marina Dias Teixeira e Pablo Figueroa (colaboradores externos); Lírios Spacca (design gráfico). O grupo conta com a adesão fundamental de Claudia Romano, Emiliana Romano Santos, Norma Romano Santos (apoio moral) e de Garibaldi Maria Pirelli Guerra, Martino Pirelli Guerra, Piero Pirelli Guerra, Tom Guerra, Francesca Tosi, Francesco Pirelli (apoio emocional). Nos tempos atuais de pandemia, o espaço está se mantendo aberto e atuante (virtualmente) graças ao apoio de amigos do Marieta, via apoio cultural no website benfeitoria.com/marieta.

Banner de divulgação do programa Transa Marieta com Kleber Mendonça Filho
Imagem divulgação

Ficha técnica

programa
Transa Marieta – ano 2, episódio 11

entrevistado
José Miguel Wisnik

mediador
Abilio Guerra

entrevistadores
Caio Guerra, Magaly Corgosinho, Maeve Jinkings e Roberto Gervitz

pesquisa
Abilio Guerra

organização
Abilio Guerra, Caio Guerra, Helena Guerra, Giovanni Pirelli e Silvana Romano Santos

edição
Helena Guerra

produção
Coletivo Marieta / Abilio Guerra, Caio Guerra, Helena Guerra, Giovanni Pirelli e Silvana Romano Santos

data
12 de abril de 2020, 18h30

divulgação
transmissão ao vivo via Facebook e YouTube
publicação posterior no portal Vitruvius

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