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architexts ISSN 1809-6298


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ARRUDA, Ângelo Marcos. Rubens Gil de Camillo, 1934-2000. O arquiteto dos projetos em concreto aparente. Arquitextos, São Paulo, ano 01, n. 002.07, Vitruvius, jul. 2000 <https://vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/01.002/1001>.

Rubens Gil de Camillo nasceu em setembro de 1934 em São Paulo. Com 16 anos, serviu na Base Aérea de Campo Grande e nessa época, como gostava muito de desenhar e pintar, participava de exposições de artes na cidade. Com 17 anos, presta exame para a Marinha em Corumbá – para realizar o sonho de ser engenheiro. Com 18 anos, em 1951, se muda para São Paulo onde trabalha na Litográfica Ipiranga.

Cursou arquitetura no Mackenzie pois o horário das aulas na Faculdade de Arquitetura da USP não permitia que trabalhasse. Ingressou em 1956 e formou-se em 1960, ano de inauguração de Brasília. Sua turma teve como paraninfo Juscelino Kubistcheck. Foi aluno de famosos arquitetos modernistas como Carlos Millan, Franz Heep e Jun Okamoto. Samuel Spiegel e Mário Zocchio se formaram na mesma turma, sendo esse último sócio de Rubens Gil em vários projetos em Campo Grande (Palácio do Comércio, Edifício Itamaraty, Edifício José Antônio Pereira, Edifício Inah, o Parque dos Ipês, o conjunto de casas, a sede da Associação Atlética Banco do Brasil – obra que acabou não sendo executada).

Rubens Gil de Camillo muda-se como profissional para Campo Grande em 1980. Até então, desde formado, fazia projetos para Campo Grande de seu escritório em São Paulo. Seu primeiro projeto na cidade foi a obra do Banco do Povo, na Rua Barão do Rio Branco, em 1961 e foi a primeira vez que se usou vidro temperado em obra em Campo Grande. Embora tenha vivido em São Paulo no período do brutalismo na arquitetura seus primeiros projetos em Campo Grande eram de uma arquitetura comercial. A obra da sede do Sesi, da Av. Afonso Pena, foi o seu primeiro projeto arrojado e modernista. Sua fase de arquitetura da escola brutalista paulista, em Campo Grande, dá-se nos anos 70, com o uso de concreto aparente e muito vidro.

Em Campo Grande seus projetos mais famosos são o Palácio Popular da Cultura – Centro de Convenções e a sede da Federação das Indústrias de MS – FIEMS. Outras obras importantes de Rubens Gil de Camillo são as residências de Mário D’Ávila e de N. Dibo, na avenida Afonso Pena, os edifícios Arpoador e Ipanema – que têm os jardins projetados pelo paisagista Roberto Burle Marx -, o Solar do Pantanal, a Loja Ciclosul, o Sesc Regional, dentre outras.

Foi Arquiteto Emérito da Medalha do Sistema CREA/CONFEA em 1997; foi docente do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Uniderp, em Campo Grande e na UNIGRAN, na cidade de Dourados/MS; fundou, em 1987, a seção local da ASBEA e foi seu primeiro presidente.

Rubens Gil de Camillo deixou 2 filhos – Gil Carlos de Camillo e Rubens Fernando de Camillo –, arquitetos que atuam em Campo Grande (1).

nota

1
NE (07/10/2014) – Conforme informado pela família de Rubens Gil de Camillo, o arquiteto deixou quatro filhos: Rubens Fernando Pereira de Camillo (arquiteto), Gil Carlos Pereira de Camillo (arquiteto), Carlos Fernando Pereira de Camillo (engenheiro agrônomo) e Marcio Rogério Pereira de Camillo (publicitário e músico).

sobre o autor

Ângelo Marcos Arruda é arquiteto, professor e pesquisador da Uniderp. Campo Grande-MS.

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